Apesar de ser sempre um dos principais favoritos à vitória nas 24 horas de Fronteira, desde 2011 que a equipa de Mário Andrade não logra chegar à vitória da clássica alentejana. Desta feita, graves problemas de transmissão no A.C. Nissan Proto deixaram o empresário português radicado em França algo desanimado, já que o carro foi dotado de peças novas, de modo a apresentar-se na maior força em Fronteira, mas mesmo assim, cederam. Recorde-se que Andrade venceu pela primeira em 2004, e depois em 2007, 2009 e 2011. Em 2014 tentou novamente regressar ao degrau mais alto do pódio dividindo a condução do mais evoluído Proto AC Nissan com o filho, Alexandre Andrade e ainda Florent Charvot e Cedric Duplé, mas as coisas não correram conforme o desejado:
“Tenho muita pena que não tenhamos conseguido vencer. Fizemos tudo tecnicamente para correr bem. Mandámos fazer peças à medida para não termos problemas e acabámos por ter de substituir algumas novas por velhas para terminar a corrida. Fomos buscar o segundo lugar a punho. Agora tenho de cá voltar como piloto. Queria entregar isto ao meu filho e ao meu cunhado mas ainda não é desta. Quero muito alcançar as cinco vitórias em Fronteira. É uma prova especial. Pessoas de todo o país vieram ter comigo, alguns ofereceram-me garrafas de vinho. São de uma simpatia enorme. É uma mentalidade que não se encontra noutra disciplina. É fabuloso. E o ACP está, de novo, de parabéns pela excelente organização e por ter tido casa cheia.”










