Arranca nesta Volta à Córsega aquele que é um projeto a dois anos de Ricardo Pita em participar em ralis internacionais. Com um Peugeot 208 R2 construído em Portugal, o piloto de Viana do Castelo alinhará em seis provas do ERC 2013 em que “os resultados desportivos não são a meta principal pois quero, acima de tudo, manter a boa imagem do projecto e dos patrocinadores. Esta ida para o Europeu nasce do desagrado que manifesto há dois anos pela forma como está o desporto automóvel em Portugal. Quando não se concorda, sai-se… Ainda tentei correr no troféu com o Peugeot em França mas a incompatibilidade entre um dos meus patrocinadores e uma marca que apoia essa competição levou-me ao ERC 2WD. Esta será uma experiência nova, enriquecedora, uma sensação única e por certo muito boa para a minha carreira de piloto”. A Volta à Córsega “é um rali mítico num contexto em que tudo é novidade, o campeonato, o carro e a equipa. Montar todo o projeto em tão curto espaço de tempo não foi fácil. Somos uma equipa amadora e, ao tentar andar o melhor possível, queremos terminar aquela que será a nossa primeira de 12 ou 13 provas em dois anos. Vai ser bastante difícil gerir todas as emoções.”
Pita espera inúmeras dificuldades nesta nova fase da sua curta carreira mas “o pior será, por certo, habituar-me à fórmula dos reconhecimentos. O trabalho terá que ser muito bem feito nas duas passagens permitidas por cada classificativa pois os percursos serão uma completa novidade”. A participação do piloto português tem suscitado internacionalmente bastante curiosidade não só pela presença de mais um concorrente ‘assíduo’ no ERC 2wd bem como pela componente de prevenção rodoviária que o projeto da Renato Pita Motorsport e Eventos inclui.











