João Barbosa 2º no IMSA em Detroit
João Barbosa e Christian Fittipaldi terminaram o Chevrolet Sports Car Classic, na pista de Belle Isle Park em Detroit, na segunda posição.
Fittipaldi perdeu a vantagem inicial com a primeira situação de bandeiras amarelas (quando Marc Goossens se despistou ao não perceber que tinha ficado sem asa no seu Corvette DP, colhendo ainda o segundo carro da Action Express), e outra situação de bandeiras amarelas, em que os protótipos acabaram por arrancar no meio dos GTD, permitiu a Jordan Taylor surpreender Barbosa e manter o comando, por uma margem mínima até ao final.
Com dois Corvette fora de ação e problemas mecânicos a afetarem os LMP, os protótipos da classe PC conseguiram ascender ao terceiro lugar da geral, com Renger van der Zande a conseguir pressionar Colin Braun a cometer um erro, permitindo à Starworks conquistar a primeira vitória do ano.
Os GTLM ‘faltaram’, pois as equipas oficiais tiveram que participar nos testes de Le Mans, mas os GTD continuaram em pista, com Jeroen Bleekemolen a passar para o comando após a troca de pilotos e a dar ao Viper da Viper Exchange a primeira vitória do ano, batendo o Porsche da Park Place por uma diferença curta.
Classificação:
1º Ricky Taylor/Jordan Taylor (WTR Corvette DP) 57 voltas
2º Christian Fittipaldi/João Barbosa (Action Express Corvette DP) a 1.740
3º Alex Popow/Renger Van Der Zande (Starworks Oreca FLM) a 33.643 (1º PC)
4º Jonathan Bennett/Colin Braun (CORE autosport Oreca FLM) a 37.117
5º Robert Alon/Tom Kimber-Smith (PR1-Mathiasen Oreca FLM) a 48.082
6º James French/Kyle Marcelli (Performance Tech Oreca FLM) a 51.278
7º Tristan Nuñez/Jonathan Bomarito (Speedsource Mazda) a 1:00.977
8º Tomy Drissi/Johnny Mowlem (BAR1 Oreca FLM) a 1:01.468
9º Tom Long/Joel Miller (Speedsource Mazda) a 1 v.
10º Ben Keating/Jeroen Bleekemolen (Riley Viper) a 1 v. (1º GTD)
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI
2 comentários
Deixe aqui o seu comentário
Cancelar resposta
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.





ligier
4 Junho, 2016 at 21:18
O João Barbosa deu tudo mas acabou colado ao Taylor. Tem sido assim este ano, a vitória pareçe garantida mas foge perto do fim. Vamos ver como corre o campeonato em Watkins Glenn, mas seria fantástico se ele e o Fittipaldi fossem campeões, o Barbosa pode ser português mas é mais conhecido e reconhecido nos EUA do que cá. Este campeonato é muito interessante e os carros recordam, com as devidas ressalvas os antigos protótipos de grupo C e do antigo Campeonato IMSA GTP, corridas com carros muito mais interessantes que os actuais laboratórios móveis do WEC. OS Ford Mustang Probe, March Chevy ou Porcshe 962 IMSA só podem ser vistos em corridas históricas mas representam a era de ouro do Endurance puro e duro, sem margem para erros de pilotagem ou estratégia. Pilotos como o exuberante Hans Stuck, o frio Jochen Mass, o rápido Derek Bell, o eficaz Bob Wolleck, ou o saudoso Al Holbert com a sua condução delicada e precisa. Nem Taylor nem Barbosa os substituem, mas de alguma forma dão seguimento a uma competição com décadas de história de corridas emblemáticas, das quais ainda sobrevivem Daytona e Sebring.
Oxalá os Americanos não as deixem morrer, depois de a Fia ter “morto” o verdadeiro Grupo C.
João Pereira
4 Junho, 2016 at 21:23
Já agora, a classificação do campeonato depois da corrida. Assim, o artigo ficava mais jeitoso!