Kurt Busch ganha 500 Milhas de Daytona na ponta final

Por a 26 Fevereiro 2017 23:47

Kurt Busch pode liderou apenas uma volta das 500 Milhas de Daytona mas fê-lo na que mais interessa, vencendo a corrida ‘rainha’ da NASCAR. O último terço desta prova foi dominado por Chase Elliot, mas não seria o jovem piloto do Chevrolet # 24, que a duas voltas do final começou a ter problemas no seu carro, perdendo várias posições. Emergiu então Kyle Larson como líder, depois de várias ultrapassagens corajosas, entre elas a Kurt Bush. Mas o piloto do Ford # 41 tinha outros planos. Esperou pela derradeira volta para surpreender o jovem piloto do Chevrolet # 42 e depois vencer a 59.ª edição das Daytona 500.

Este triunfo foi também o primeiro da Stewart-Haas depois de ter trocado a Chevrolet pela Ford no final da época passada. “Olhar para o Gene Haas e vê-lo a sorrir faz tudo valer a pena”, afirmava Tony Stewart na ‘Victory Lane’. Destaque também para Ryan Blaney e AJ Almendinger, que também tiveram uma boa volta final para garantirem a segunda e terceira posições finais, com o top cinco a ser completado por Aric Almirola e Paul Menard. A corrida teve um total de oito bandeiras amarelas, com quatro ‘Big Ones’ a eliminarem alguns dos favoritos, como Kyle Busch, vencedor do primeiro segmento, Kevin Harvick, vencedor do segundo, ou Jimmie Johnson, o campeão em título. Já para não falar de Brad Keselowski ou Danica Patrick.

Classificação final

1.º Kurt Busch (Ford) 200 voltas

2.º Ryan Blaney (Ford) a 0,228

3.º AJ.Allmendinger (Chevrolet) a 0,419

4.º Aric Almirola (Ford) a 1,195

5.º Paul Menard (Chevrolet) a 1,564

6.º Joey Logano (Ford) a 2,196

7.º Kasey Kahne (Chevrolet) a 2,88

8.º Michael Waltrip (Toyota) a 8,827

9.º Matt DiBenedetto (Ford) a 9,452

10.º Trevor Bayne (Ford) a 9,582

 

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7 comentários

  1. João Pereira

    26 Fevereiro, 2017 at 23:52

    As corridas americanas são uma fantochada, em que toda a corrida é anulada por FCY sucessivos, de forma a que a vitória seja disputada nas últimas voltas. Pelo meio o que salva a coisa, são duas ou três sessões de “demolition race”. Bah!

    • Frederico Oliveira

      27 Fevereiro, 2017 at 0:38

      Mas pelo menos viu a corrida? Vejo muita gente a falar sem sequer acompanhar. A situação por de haver FCY por nada, também está quase extinta com as novas regras.

      Pelo menos lá uma equipa pequena pode ganhar, ou acredita que equipas do meio da tabela da F1 ganham alguma coisa? Pelo menos nos states as coisas ainda são feitas para agradar os fãs. Se que calhar deveríamos aprender alguma coisa com eles. Hoje tiveram lá 110mil a ver.

      Acredito mais na F1 como fantochada, onde uma equipa domina alguns anos e nem se quer se tenta equilibrar os pratos da balança. Pode ter a melhor organização do mundo mas se no final ganhar o Rosberg ou Hamilton, estragou tudo. Olhe para o grande trabalho que a Dorna está a fazer no MotoGP.

      Pode achar o que quiser, mas as corridas têm de ser pensadas no espectador, e no final de contas é o que importa. Apenas uma fracção mínima das pessoas realmente se preocupa com os outros aspectos. Acredita que se o futebol tivesse apenas 1% dos espectadores que tem, mexia o dinheiro que mexe.

      • João Pereira

        27 Fevereiro, 2017 at 20:52

        Não percebo porque compara a F1 com a NASCAR, se comparasse com a Indycar ainda podia tentar perceber. Neste caso, acho que seria melhor comparar com os GT. De qualquer forma, A F1, e os LMP1 ainda são corridas de tecnologia, em que os construtores se degladiam por mostrarem até podem ir, para além de termos os nossos “heróis” a lutarem pelo seu título. Nos EUA, os carros pouco evoluíram desde o tempo dos Flintstones, incluindo a Indycar.
        Quanto à sua observação em relação ao Rosberg ou ao Hamilton, dá para perceber que se refere ao domínio da Mercedes sobre os outros construtores de motores, mas a verdade, é que ninguém favoreceu a Mercedes para obter os resultados que tem obtido, já que em 2013, todos (Mercedes, Ferrari e Renault) prepararam 2014 com o mesmo material: Lápis e uma resma de papel branco, exactamente o mesmo que tiveram para este ano.
        Mas se me disser que os dinheiros da TV deviam ser mais bem distribuídos, concordo absolutamente. Quanto ao Futebol, não aprecio, mas não creio que chuteiras da Adidas sejam muito superiores ás da Puma, trata-se essencialmente de dinheiro para comprar pernas, e olhe que não acredito que os dinheiros sejam distribuídos de forma muito diferente do que é feito na F1, de qualquer forma, acho que é completamente descabido chamar um desporto 100% físico para comparar com desportos que têm uma componente material que representa pelo menos 50% da coisa, e que para além de influenciar o desempenho do piloto, ainda é sujeita a falhas de fiabilidade.
        permita-me também recomendar-lhe, que quando baseia a sua argumentação em comparações, elas têm que fazer sentido, porque se é verdade que um chinês é amarelo, e um carro eléctrico da Carris também é amarelo, isso não faz do chinês um carro eléctrico.
        Cumprimentos.

    • G-rod_dj

      27 Fevereiro, 2017 at 9:27

      Até há 3 anos a minha visão era parecida, depois comecei a seguir (precisei de ter uma “open mind” para entender) e neste momento é dos desportos mais emocionantes que sigo. Gosto da imprevisibilidade de haver, em todas as corridas, uns 12 ou 13 possíveis vencedores, por vezes até ganham alguns fora desse lote. Gosto bastante da estratégia, que está sempre presente. Acaba por ser muito giro.

      O que eu lhe sugiro é que tente ver uma ou duas corridas, acompanhado por alguém que lhe possa explicar algumas das nuances.

      • João Pereira

        27 Fevereiro, 2017 at 20:18

        Eu também gosto de imprevisibilidade, mas manipulação do resultado final através da demora em resolver os incidentes, acho que vai contra o espírito desportivo. É claro que se vêem muito boas lutas em pista nessas corridas, é bonito perceber aos poucos como está a funcionar uma estrtégia, e perceber o trabalho dos pilotos, a forma como aproveitam a aspiração e sobem o banking para ganharem velocidade na saída e conseguirem a ultrapassagem na curva seguinte, e depois… Ganha o piloto que comandou apenas uma das 500 milhas da corrida. Neste caso, é verdade que com 4 big ones, muita gente ficou pelo caminho, e mesmo para a NASCAR, acaba por ser uma corrida algo atípica.

  2. João Pereira

    27 Fevereiro, 2017 at 13:01

    Realmente, ou sou eu que começo a beber bagaço logo de manhã a julgar que é água do luso, ou alguém começa a beber bagaço antes de acabar de trabalhar.
    Já sei que o Sr. Abreu me vai “saltar” em cima, e provavelmente banir do site, como já me ameaçou, mas realmente deve ser preciso ser “CIENTISTA DE FÍSICA QUÂNTICA” (Foi o termo que o Sr. Abreu usou uma vez para implicitamente me chamar burro) para perceber o que está escrito logo na primeira. Será para nos irritar assim que começamos a ler o artigo. Que falta de profissionalismo representa os erros constantes, que já se tornaram imagem de marca do Autosport. IRRA!

  3. Speedway

    27 Fevereiro, 2017 at 13:41

    A Ford já não ganhava a Daytona 500 há uns anos. Parabêns.
    É a prova rainha do automobilismo americano.

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