IndyCar: Conhecidos detalhes da ‘arma’ de 2018

Por a 29 Março 2017 18:17

A Verizon IndyCar Series revelou as primeiras imagens do Dallara que aquele campeonato vai utilizar nas Superspeedway. Uma carroçaria revelada no seu formato geral e em alguns detalhes. “É um trabalho em progresso”, revelou o presidente da IndyCar. “O visual é redondo, os dados fornecidos em simulações estão de acordo com os objetivos e os dispositivos de segurança incluídos no design são substanciais”, fez saber Jay Frye.

Na sua configuração de Speedway, a carroçaria universal da IndyCar confirma uma série de alterações propostas pela equipa de Jay Frye que diferem da base do Dallara lançado em 2012; o DW12. O capot do motor reflete um posicionamento mais baixo do motor, mas alguns detalhes foram reconfigurados, como os encaixes de fixação dos tirantes de segurança dos pneus dianteiros. Tapavam a visão para os flancos do carro e serão uma novidade bem vinda pelos fãs e patrocinadores, pois os ‘sponsors’ são agora mais visíveis.

Outras alterações foram confirmadas, como uma reconfiguração das tomadas de ar para os motores twin turbo da Chevrolet e da Honda, que foram mudados do topo junto ao arco de segurança para junto dos flancos. Foi também decidido preencher os grandes buracos existentes no chão do carro para a versão do Dallara destinada a pistas convencionais, citadinas e para ovais curtas. Essa mudança irá significa uma significativa quantidade de carga aerodinâmica para a ’asa’ inferior, numa tentativa de reduzir a dependência do DW12 de grandes apêndices aerodinâmicos e levar mais apoio para a parte inferior dos cartos.

Tino Belli, responsável pela parte técnica dos novos carros, afirma que essa foi sempre a intenção quando a equipa da IndyCar resolveu ‘mexer’ na configuração do carro. “Criamos mais carga aerodinâmica sob as ‘asas’. O buraco no chão é selado para as corridas convencionais e pequenas ovais, mas estará aberto para as Superspeedway”, explicou. Belli também levou a que o design das ‘asas’ dianteiras e traseiras, com os multi elementos das mesmas a ser mais largo e colocado numa posição mais baixa.

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2 comentários

  1. Donadel

    30 Março, 2017 at 14:29

    Sou so eu que acho que os Indy atingiram um nível de extravagancia no design que e demasiado exagerado???

    Que saudades tenho dos Indy dos finais dos anos 90…

  2. Speedway

    13 Abril, 2017 at 16:09

    Os carros são demasiado pequenos, pouco evoluídos de formas, grosseiros até. Mas é o próprio regulamento que obriga isso. O facto da Dallara ter o monopólio dos chassis (neste e em quase todos os campeonatos de monolugares desde há vários anos!!!), e não haver vários construtores como no passado, também não ajuda nada. Mas este campeonato,dizem eles, para sobreviver teve de fazer isto, porque o tempo das vacas gordas acabou há muito. Este tipo de corridas perdeu muitos adeptos e longe vai o tempo onde a Indy 500 era a principal corrida Made in América.
    A cisão entre a Champ Car e a IRL, a guerra civil que se seguiu, e depois o fim da Champ Car e as diversas crises porque esta Indy Car tem passado, criaram um quadro problemático para que este campeonato possa sobreviver e sempre preso por arames Se o Penske e o Ganassi saírem a Indy acaba no momento! Agora, com carros com tão mau aspecto, um misto de formulas e protótipos, não cativa nada nem ninguém. Note-se que nos anos 80 e 90 a Champ Car tinha imensos adeptos na Europa,chegando a rivalizar por vezes com a F1. Eram carros bem mais bonitos que os F1. Algumas soluções técnicas que a F1 adoptou vieram até da Camp Car. Claro que o Bernie não gostou nada! Toda uma história que é pena ter acabado. Olhando para estes desenhos o optimismo não é nenhum !

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