Rally-Raid Portugal promete espetáculo: “percurso exigente, desafiante e equilibrado”

Por a 17 Março 2026 09:06

Pistas técnicas colocam foco na condução e não na navegação

O bp Ultimate Rally-Raid Portugal recebe as principais estrelas do todo-o-terreno mundial num percurso que privilegia a pilotagem em detrimento da navegação e promete um elevado nível de espetáculo competitivo. Ao longo de seis dias, os concorrentes vão enfrentar cerca de 2200 quilómetros, mais de metade em setores cronometrados, desenhados pelo Automóvel Club de Portugal (ACP): “No bp Ultimate Rally-Raid Portugal, os recursos de pilotagem dos concorrentes acabam por ser mais importantes do que os conhecimentos de navegação. Para se fazer a diferença em pista, é necessário andar mais no limite e isso faz com que o espetáculo seja maior”, sublinha o diretor de prova, Orlando Romana.

Início em Grândola com prólogo e dupla especial televisiva

A ação arranca a 17 de março, terça-feira, com as motos a inaugurarem a competição num prólogo disputado nas imediações de Grândola, que servirá essencialmente para definir a ordem de partida para a primeira etapa. No dia seguinte, quarta-feira, toda a caravana entra em prova num traçado em torno da vila alentejana, com partida e chegada em Grândola, incluindo um segundo setor seletivo (SS2) de cerca de três quilómetros, localizado junto ao bivouac, pensado para aproximar o público da ação e com transmissão televisiva em direto.

Travessia para Espanha e contraste de pisos até Badajoz

Na quinta-feira, 19 de março, o rali deixa Portugal e ruma a Badajoz, em Espanha, numa jornada de quase 400 quilómetros. A etapa combina pisos arenosos do lado português com uma segunda metade já em território espanhol marcada por trilhos montanhosos e zonas mais planas, em ambiente sobretudo agrícola, oferecendo um contraste significativo de condições de terreno e exigindo adaptação rápida dos concorrentes.

Etapa espanhola rápida e regresso duro a Portugal

A terceira etapa disputa-se integralmente em Espanha, com mais de 300 quilómetros contra o cronómetro num traçado rápido, de bom piso, mas com zonas “bastante escorregadias”, de acordo com a organização. No regresso a Portugal, no dia seguinte, os pilotos encaram a tirada mais longa desta edição: quase 650 quilómetros, dos quais 315 cronometrados, numa jornada em que a dureza do piso será constante, com um início mais lento e técnico e um final mais rápido, potenciando diferenças relevantes nas classificações.

Serra do Caldeirão e Algarve decidem classificações

Já com o bivouac instalado junto ao Estádio do Algarve, as equipas enfrentam terrenos serranos na Serra do Caldeirão, onde o ACP desenhou cerca de 100 quilómetros considerados um dos últimos momentos-chave para fazer a diferença nas tabelas. A prova encerra com uma especial curta, também ela com transmissão televisiva, antes da cerimónia de pódio marcada para a Marina de Vilamoura, que fechará o programa competitivo.

Organização promete “percurso exigente, desafiante e equilibrado”

Orlando Romana garante que o desenho da prova procurou manter a coerência com as duas primeiras edições, apesar de ajustes de última hora motivados pelas tempestades que atingiram Portugal em fevereiro. “Tivemos a necessidade de fazer alterações já bem perto da data de partida, por culpa das tempestades que atingiram Portugal em fevereiro. Apesar de tudo, temos a certeza de que vamos ter um percurso exigente, desafiante e muito equilibrado, à imagem do que aconteceu nas edições anteriores”, afirma o diretor de prova.

O responsável deixa ainda uma mensagem dirigida a pilotos e público: “Esperemos que os participantes se divirtam e proporcionem um grande espetáculo aos muitos espetadores que acorram aos setores seletivos para aplaudir as estrelas do todo-o-terreno mundial”.

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