Partindo de oitavo para a curta especial de 227 quilómetros, que ligou Córdoba a Buenos Aires, o piloto Lagos Team/TMN cumpriu a sua tarefa, para esta última etapa, que era defender o quinto lugar da geral dos ataques do norueguês Pal Ullevalseter.
O piloto privado português chegou a Buenos Aires muito feliz com o 5º lugar da geral, continuando a ser o segundo melhor português de sempre no Dakar, depois de Carlos Sousa ter conquistado a 4ª posição na edição de 2003.
Numa corrida à parte em ritmo mais cauteloso estiveram Marc Coma, Cyril Despres e ainda David Frétigné, que não tinham posições a discutir, concluindo a 31ª edição do Dakar no pódio, nesta mesma ordem.
“Foi um dia muito feliz, com uma etapa muito dura principalmente a nível psicológico. Na parte final do troço o meu pneu traseiro já acusava bastante desgaste mas cerrei os dentes porque não queria perder o 5º lugar”, começou por dizer Rodrigues.
“Queria agradecer ao meu mecânico Pedro Almeida, ao Dream Team da TMN, à minha equipa Lagos Team e também um especial obrigado aos meus mecânicos Fernando e Miguel Nabais que ficaram em Lisboa. Também um grande obrigado ao meu manager João Lagos “Júnior” pelo trabalho que fez e à Joana Lemos que sempre me deu um grande apoio e que foi a grande mentora deste projecto,” referiu o piloto, melhor representante português em prova.
O piloto de Sintra terminou regularmente no Top 10, e teve de dar o máximo e arriscar para não perder o quinto lugar absoluto das motos, apesar das condições materiais dos seus mais directos opositores serem superiores.











