Stéphane Peterhansel acredita que a mudança do Rally Dakar da América do Sul para a Arábia Saudita recapturou o “espirito de África”.
Peterhansal, que nesta edição piloto um Mini Buggy com navegação do português Paulo Fiúza, esteve presente nas três fases do mítico Rally (Europa-África/ América do Sul/ Arábia Saudita).
“As diferenças são algumas do Rally Dakar africano, mas isso deve-se às tecnologias. Em termos de paisagens e das especiais, acho que é mais parecido com África.”
“É também um pouco mais curto. Lembro-me de em África fazer nove horas de especial. Mas, se é 300km ou 500km, de especial a fundo, parece um sprint. Estamos sempre a 100%. Neste sentido é diferente. Mas, o espírito de África está mais presente.”












