WRC, Josh McErlean antecipa Rali da Croácia: “novo para toda a gente”
Josh McErlean acredita que o regresso do Rali da Croácia ao Mundial de Ralis, agora com base em Rijeka e um percurso profundamente renovado, vai colocar equipas e pilotos perante uma prova de grande diversidade técnica, marcada por troços de asfalto muito distintos e por uma meteorologia potencialmente decisiva.
O piloto da M-Sport Ford encara a ronda croata, agendada para 10 a 12 de abril, como uma oportunidade para reencontrar estabilidade depois de um arranque de temporada atribulado, com desistências em Monte Carlo e no Safari do Quénia.
Novo centro, novo desafio
Depois de um ano fora do calendário, a Croácia regressa ao WRC para a sua quinta edição, mas troca Zagreb por Rijeka e apresenta apenas três especiais transitadas da edição de 2024, entre elas Platak, situada a mais de 1000 metros de altitude.
Segundo McErlean, essa mudança deverá criar “um pouco de tudo”, desde estradas estreitas e escorregadias, típicas da Croácia, até troços mais fluídos e limpos, próximos das características vistas nas Canárias.
“O que sabemos de anos anteriores é que a especial de Platak fica bastante alta e tivemos neve no nosso teste”, afirmou o irlandês, lembrando que a Hankook acrescentou também o pneu de inverno sem pregos às opções disponíveis para a prova.
À medida que o rali desce em direção ao mar, acrescentou, as características mudam de forma significativa, com uma das classificativas de domingo a aproximar-se mais de um circuito do que de um troço tradicional.
Condições variáveis e compromisso técnico
A variedade do percurso não será o único desafio para as equipas. Como a Croácia e o Rali Islas Canarias estão tecnicamente ligados no que toca aos diferenciais, as formações terão de optar por uma configuração de compromisso, já que esses componentes permanecem selados entre as duas provas, salvo autorização específica da FIA ou desistência no primeiro evento.
McErlean considera, ainda assim, que a M-Sport chega mais preparada do que em 2025 para enfrentar este tipo de exigência no asfalto: “Parece que demos um passo em frente desde Monte Carlo, por isso espero que isso nos possa dar confiança para melhorar no asfalto”, referiu.
Confiança apesar do início difícil
Embora nunca tenha competido nesta versão do Rali da Croácia, McErlean entende que o facto de o percurso ser praticamente novo para todos ajuda a equilibrar o ponto de partida: “Vai ser novo para toda a gente, o que nivela um pouco as coisas”, disse o piloto, sublinhando que espera uma prova “menos dramática” do que Monte Carlo.
Apesar do arranque exigente de 2026, o irlandês mantém o discurso otimista: “Tenho a certeza de que há definitivamente bons tempos pela frente”, afirmou McErlean, acrescentando que prefere olhar para o futuro e tentar construir “uma Croácia limpa” como base para relançar a temporada.
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