WRC: Elfyn Evans explica abandono após saída de estrada e aponta regresso para sábado
Elfyn Evans confirmou que o abandono sofrido na manhã desta sexta-feira resultou de uma abordagem demasiado rápida a uma curva “mais fechada do que o esperado”, incidente que atirou o Toyota para fora da estrada e ditou o fim prematuro do seu dia. Apesar do desapontamento, o piloto galês assegurou que nem ele nem Scott Martin sofreram consequências físicas e admitiu que o carro não apresenta danos estruturais graves, o que abre a porta ao regresso à competição no sábado.
“Fomos apanhados de surpresa, basicamente. A curva era um pouco mais fechada do que esperávamos e vínhamos demasiado rápidos, e acabámos por sair para as árvores. É muito dececionante”, afirmou Evans, ao descrever um incidente que travou um arranque até então competitivo. O galês sublinhou que a manhã estava a correr de forma positiva e que a evolução do rali correspondia ao esperado até ao momento do erro.
Saída de estrada travou bom início
Segundo Evans, a dupla sentia-se confortável dentro do carro antes do acidente, apesar das dificuldades naturais impostas pela superfície. “Estava realmente a funcionar bastante bem. Não era fácil, obviamente, como sabemos neste rali. Há sempre algumas surpresas com os pisos”, explicou, acrescentando que as mudanças de aderência eram difíceis de interpretar visualmente, mesmo quando significativas.
Questionado sobre se a nota estava errada ou se o problema resultou de uma leitura diferente da feita nos reconhecimentos, o piloto respondeu de forma sucinta: “Penso que estava correta.” A declaração aponta, assim, mais para uma combinação entre interpretação, ritmo e condições do que para uma falha objetiva nas notas.
Carro recuperável, foco no regresso
Evans revelou ainda que a posição final do carro, numa zona muito inclinada, impossibilitou a recuperação imediata. “Era super inclinado onde o carro ficou parado. O carro até teria andado, mas não havia forma de o trazer de volta”, explicou, esclarecendo que o abandono ficou consumado pela impossibilidade de recolocar a viatura em prova.
Ainda assim, o piloto mostrou-se otimista quanto ao estado mecânico do Toyota. “O carro está razoavelmente bom. Tampa da mala e asa, e provavelmente teria estado apto até para fazer a tarde”, disse, admitindo que a equipa terá trabalho adicional, mas sem prever impedimentos ao regresso no dia seguinte.
Desaire interrompe consistência
O abandono representa um contratempo importante para Evans, que viu interrompida uma longa sequência de resultados sem retiradas, justamente numa fase em que procurava consolidar a sua posição no rali. Para já, o discurso do galês mistura frustração e pragmatismo: o erro está assumido, o contexto foi explicado e o olhar já se vira para a possibilidade de regressar e limitar perdas no sábado.
FOTO WRC.Com
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10 Abril, 2026 at 19:46
Pois… o que é preciso é pragmatismo.