A vida não correu bem à Citroën Racing no Rali de Monte Carlo. A crítica não perdoou, mas muitos esqueceram-se duma coisa muito importante. Há duas fortes justificações para os maiores problemas dos franceses em Monte Carlo, que tiveram a ver com o facto dos dois dias de testes da equipa terem sido realizados em dias com muita neve ou sem nenhuma, quando o rali se desenrolou quase todo em condições mistas, e a outra, o único piloto que tem neste momento condições para lutar na frente dos ralis, Kris Meeke, ter desistido muito cedo. Os dois pilotos dos C3 WRC tiveram azares muito cedo para se poder dizer algo de muito concreto acerca dos carros, mas a verdade é que Kris Meeke era segundo classificado do rali quando desistiu pela primeira vez, na PE4. Aliás, ficaríamos muito admirados se a marca francesa não tivesse construído um bom carro, temos a certeza que é, mas não sabemos o que valerá Kris Meeke a lutar por vitórias e campeonatos.
Na Suécia a equipa vai ter novamente apenas dois WRC 2017, desta vez para Craig Breen e Kris Meeke, sendo agora a vez de Stephane Lefebvre guiar um DS3 WRC. Para além disso, o problema que Meeke teve no motor do seu C3 WRC foi de ignição, sem que a equipa tenha revelado mais detalhes. Para a Suécia, o primeiro teste foi realizado em boas condições, com muita neve, e o que decorre agora já vai ter condições bem mais aproximada das que vamos ter no rali o que significa que não se vai passar o mesmo que em Monte Carlo quando a equipa se viu confrontada com o facto de ter que correr em condições em que não testou.








