Pilotos do WRC passam por uma mudança de ‘mind set’…
Foram vários os pilotos do WRC que na Córsega falaram que estão num processo de mudança do seu estilo de pilotagem. Mas afinal, porquê?
A introdução dos novos regulamentos do WRC abriu os horizontes dos engenheiros das equipas, já que ao contrário do que acontecia até aqui, os novos carros permitem soluções técnicas que até aqui não eram possíveis e isso está a aumentar fortemente o trabalho das equipas, que com o aproximar do início de um conjunto de cinco provas em pisos de terra seguidas, vai fazer com que se multiplique muito nos próximos tempos, em muito o número de testes das diversas equipas e Portugal está na calhar para receber “vários ralis”…antes do Rali de Portugal. Desde agora até o meio de maio são inúmeros os testes já marcados a norte e centro do país, e não há nenhuma das quatro equipas que vá faltar à chamada.
Particularizando, na Hyundai Motorsport, Michel Nandan explicou ao AutoSport que os diferenciais centrais, ausentes do WRC desde o final de 2011, e instalados nos carros ainda duma forma ‘primitiva’ nos carros de 2017, são para já a grande dor de cabeça e a ‘peça’ em que vai recair mais atenção nos testes que se seguem: “Sim claro, temos que otimizar o diferencial central, digamos, o ‘mapa’ do diferencial central. Não só para retirar o melhor comportamento possível do carro, mas também para encontrar um equilíbrio em termos de desgaste de pneus, à frente e atrás. E logicamente, para mitigar também o forte aumento de potência, pois nesse particular temos ainda muito para trabalhar na suspensão e na tração, basicamente o mais importante para os ralis de terra” começou por dizer Nandan.
Mas ao fim ao cabo, o que terá de mudar quanto ao diferencial central? O desenvolvimento do sistema ou a forma como os pilotos guiam? “Terá que ser um pouco das duas coisas. Para começar, os pilotos têm tido alguns problemas para se adaptarem aos novos desenvolvimentos. A maioria dos pilotos não conseguiram adaptar rapidamente a sua pilotagem, pois os diferenciais centrais foram utilizados já há alguns anos. E eles precisam mesmo de adaptar a sua condução de modo a otimizarem o comportamento do carro, para o tornar mais fácil de pilotar em curva. E adaptação é algo que leva tempo, pois são necessários muitos testes e em diferentes condições. Mas penso que até agora o sistema deu-nos bons resultados, para além de que é algo que estamos a melhorar a cada teste que passa” explicou Nandan.
Martin Holmes
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