Ogier: Dez milhões de razões para rumar à M-Sport
A confirmarem-se os rumores que Sébastien Ogier recusou a oferta de dez milhões alegadamente feita pela Toyota, a primeira conclusão que se tira é que o francês está com sede de vitórias e a sua escolha nada terá a ver com dinheiro, pois, já se sabia, a Toyota só o poderia seduzir acenando-lhe com muito dinheiro, mas é quase impossível que uma nova equipa que chegue ao WRC possa estar em condições de chegar, ver e vencer. Isso, até hoje na história do Mundial, só a Volkswagen Motorsport conseguiu, e depois de ter feito vários ‘campeonatos’ só em testes…
Portanto, fica agora a saber-se, não oficialmente, que Sébastien Ogier não vai para a Toyota, o que significa que a M-Sport é o desfecho lógico, isto caso a Citroën não consiga verbas para voltar a ter o piloto na sua equipa. Não sabemos o que vale o Ford, mas acredita-se que Malcolm Wilson e a M-Sport têm experiência mais do que suficiente para fazer um bom carro. Quanto à Citroën, bastou vê-lo a testar em Portugal para saber que o carro nasceu muito bem, e Kris Meeke terá ‘ali’ carro para ir longe. Até que seria engraçado ter Ogier na M-Sport. Isso significaria que, mesmo sem a VW, o Mundial de Ralis de 2017 terá enorme interesse, pois a Hyundai continua a crescer, os seus pilotos são bons e o carro não deverá ficar atrás do que já mostrou o i20 WRC deste ano, a M-Sport teria Ogier e a Citroën, carro e Meeke. Vamos ver como termina tudo isto, mas está tudo a alinhar-se para Jari-Matti Latvala se estar a preparar para ir ganhar muito dinheiro para a Toyota. Dinheiro, porque vencer provas a curto prazo, não é muito provável a não ser que Tommi Makinen surpreenda tudo e todos. Mas não é o que acha Ogier, para recusar 10 milhões…
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G-rod_dj
30 Novembro, 2016 at 11:11
Quem lê este artigo, fica convencido que a M-Sport tem feito carros maus.
No entanto o que acontece é que (com excepção do Polo) o Fiesta era tão rápido como os outros 2 concorrentes, apenas tendo o grande handicap de ter pilotos muito menos competitivos. Mesmo assim, o Tanak consegui “vender” bem caras as derrotas nos seus rally favoritos (terra, rápidos e bastante rolantes).
O regulamento do WRC 2016 estava estável e era fantástico, com as 4 máquinas que corriam, a terem muito poucas diferenças de andamento. O “Braço” é que fazia toda a diferença. Com o Orçamento gigante da VW a fazer-se notar com 3 dos melhores 5 pilotos do campeonato. Nos carros, o investimento fantástico da VW fez-se notar maioritariamente na quantidade brutal de testes que efectuaram e na fiabilidade que conseguiram, que lhes permitia andar mais tempo no máximo.
Mas, torno a dizer, em velocidade pura, tanto o Polo, DS3, i20 e Fiesta não tinham assim tantas diferenças.
Depois, vem a análise (futurologia) acerca dos carros de 2017 que ainda é menos séria (do jornalista) então bastou ver um dos novos carros, para saber que é o melhor? que fundamentos têm para afirmar que a citroën vai ter um carro bom (garantidamente)? Já se esqueceram que a M-sport tem aquele que é o melhor engenheiro principal do WRC (Loriaux)? Não pensaram que, tal como a citroën tem experiência de aerodinâmica com o WTCC, também a M-sport tem no mesmo campo com os Bentley continental GT3?
Um pouco mais de rigor sff.
pascasio
30 Novembro, 2016 at 21:00
A Hyundai se organizar com os seus pilotos, Ganharão tudo!