Máximo de 10 carros de ‘fábrica’ no WRC 2017
O Conselho Mundial de FIA não produziu decisões muito surpreendentes relativamente aos ralis, sendo que o maior anúncio passou pelo facto de só serem permitidos carros com especificações de 2017 para as equipas de construtor, que deverão ser a Volkswagen, Hyundai, Citroën, M-Sport e Toyota. A super licença de que se falou para os pilotos foi abandonada. Por outro lado, falava-se na possibilidade de passar a haver três carros por construtor, mas pelos vistos isso não irá acontecer. Tendo em conta que as regras limitam estas participações a dois carros por equipa isso significa que (assumindo que vai mesmo haver cinco equipas oficiais) um máximo de dez dos novos carros de 2017.
Para além disso, passa a haver regras de redução de pontos a atribuir caso os ralis sejam encurtados por qualquer razão. Assim, um mínimo de 75% de especiais têm que ser realizadas para que os pontos sejam atribuídos na totalidade. Se os troços realizados se situarem entre 50 4 75% serão atribuídos metade dos pontos e se os troços realizados se situarem entre 25% e 50% então serão contados somente um terço dos pontos. Menos de 25% de troços, não há pontos…
Martin Holmes
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João Pereira
24 Junho, 2016 at 20:01
Quando todos (os fans) ansiamos por mais carros, a FIA reduz o número de carros por equipa!!!
Esta regra, também forçará a rotação de pilotos, ou o despedimento de alguns, e neste caso estou a pensar particularmente na VW que mantém a sua tripla desde 2014, e que provavelmente dispensará um dos rapazes, que terá que ir à procura de emprego. Também na Hyundai terão que ser tomadas decisões… Sordo? Se assim for, cheira-me a reforma compulsiva.
Sinceramente, não vislumbro a razão que leva a FIA (e o promotor) a tomar este tipo de decisões. Este ano em Portugal, com 4 construtores, tivemos em Portugal 11 carros oficiais, para o ano com 5 construtores teremos 10.
O que vão fazer aos carros actuais? Criar uma classe WRC Privados, tipo LMP1 HY e LMP1 Privados no WEC?
Quanto aos pontos, estou de acordo.
G-rod_dj
25 Junho, 2016 at 0:13
Penso que isto não afecta o numero de carros que podem ser inscritos, apenas que só podem pontuar 2 por cada marca. Mas ainda haverá muito para ser esclarecido.
João Pereira
25 Junho, 2016 at 9:04
A coisa não está clara, mas parece-me que o AS está a antecipar muito ao entrar pela matemática vançada…
http://www.autosport.com/news/report.php/id/124957/privateers-barred-from-2017-world-rally-cars
Cumps
Cariocecus
25 Junho, 2016 at 3:04
Pelo que percebi continua tudo na mesma, equipas A com dois carros e equipas B com um ou dois carros.
João Pereira
25 Junho, 2016 at 9:01
Já estive a ler o que diz o Autosport UK, e não falam em dois carros. Falam que os novos carros só podem ser inscritos por equipas de fábrica, e que a FIA se reserva direito de vetar a participação de um piloto não profissional, de forma a vedar o acesso a gentleman drivers ou teenagers, mas sem criar a superlicença.
Não sei qual é a fonte do AS PT, mas o que leio no AS UK, é que as equipas não terão de continuar a nomear o piloto que vai disputar o cameonato, mas também não vai obrigar a nomear 3, com dois a pontuar.
Por isso, era bom que o AS PT tentasse esclarecer um pouco mais o que escreveu acima, porque de facto parece que não vai ser limitada a participação dos carros em quantidade, mas apenas a qualidade dos pilotos, cujo critério de avaliação a FIA não esclarece, deixando no ar, que não haverá superlicença, e que será mais ou menos conforme “a cara do freguês”. O que parece ficar claro, é que se Prokop e Bertoli quiserem correr com carros de 2017, terão que o fazer inscritos pela equipa oficial como já faz o “Oil Kassimi”, mas até este último, só mesmo se a FIA deixar, e o Sr. Jarmo Mahonen, quando falou na super licença há umas semanas, já tinha deixado claro que um milhão não chega…
Para já, parece-me que entrou prematuramente em matemática avançada ao dizer que só vão participar 10 carros, porque isso não me parece evidente.
Quanto à FIA fazer uma avaliação dos pilotos caso a caso para aprovar a sua participação, se o fizer sem um critério de base (superlicença), vai dar polémicas como o que acontece com Gold, Silver e Bronze nos LMP2 e GT mas para pior, muito pior.
Resta saber o que vão fazer em relação aos actuais WRC, que me parecem demasiado caros para ficarem parados, ou correrem sem qualquer objectivo que não seja a mera participação. Não é bom para o negócio de Rent-a-Car do Malcom Wilson, nem um fim digno para estes fantástico carros, e não creio que seja fácil reconvertê-los todos para R5, RX, corridas de montanha ou outras competições de ainda menor importância.