Nunca, mas nunca, se fica na saída de uma curva, por fora

Por a 2 Dezembro 2019 13:30

Foi no troço de Cascais, no cruzamento da Malveira da Serra, onde começava o antigo troço da Peninha. Na travagem para a esquerda após uma longa reta, a dupla Pedro Barroco/Filipe Ferreira (Peugeot 106) saiu em frente onde estavam diversos espetadores. Não acertaram em ninguém, mas uma senhora ao fugir caiu, e magoou-se numa anca: “foi pena o público estar naquele local, é uma saída duma curva, logo em frente”.

Felizmente não houve nada de muito grave, mas podia ter havido. Nunca se pode estar nas saídas de curva, muito menos após uma zona rápida. Se quem lá estava não sabia isso, adeptos que estejam por perto, por favor avisem, para que nada disto suceda mais nos ralis.

Basta olhar para as fotos para perceber que as pessoas estão colocadas um pouco acima do nível da estrada, provavelmente pensando que estavam seguras dessa forma. Mas não estão, basta ver a trajetória do carro.

Se um espectador, ou um grupo de espectadores não tem consciência do perigo por que passa, havia ali de certeza gente mais experiente, que podia ter alertado para o perigo.
É completamente impossível às organizações tomarem conta de toda a gente que assiste a um rali, e basta uma pessoa estar no local errado à hora errada, para se poder perder muito.
No mesmo local, do lado contrário da estrada, a visão era semelhante e o perigo, zero.
Mais uma vez, do lado de fora da curva, nunca, mas mesmo nunca. Muito menos após uma longa reta com uma travagem forte…

Fotos Nuno Vila Franca

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