Bruno Magalhães: “Vamos andar o mais depressa possível pois o rali vai ser decidido ao segundo”
Com uma lista de inscritos de 75 concorrentes, 16 dos quais aos comandos de carros Super 2000, a tarefa da equipa portuguesa, que no ano passado terminou a prova no “top 5”, não se adivinha fácil, mas a ambição é terminar nas primeiras posições.
Pela frente, Bruno Magalhães vai ter Jan Kopecky, o vencedor no ano passado, Juho Hanninen, detentor do título do IRC e que em 2010 terminou o rali em segundo, Freddy Loix, um dos mais rápidos pilotos do campeonato, Andreas Mikkelsen e Alberto Hevia, todos em Skoda Fabia S2000, enquanto Guy Wilks (terceiro na edição 2010 deste rali), Thierry Neuville, Bryan Bouffier, o vencedor de Monte Carlo e atual comandante do campeonato, e Toni Gardemeister estarão, tal como o piloto português, ao volante dos Peugeot 207 S2000. Já o italiano Giandomenico Basso fará a sua estreia aos comandos do Proton Neo Satria S2000, numa prova onde não se podem esquecer os rápidos pilotos locais.
Bruno Magalhães, que representa pelo segundo ano as cores nacionais no prestigiante IRC, não esconde que “aguardo o rali com grande expectativa porque esta prova agrada-me e foi onde tivemos a melhor exibição fora de Portugal”.
Segundo o piloto oficial da formação portuguesa, “trata-se de um rali com características semelhantes ao Rali da Madeira, com asfalto muito abrasivo e limpo.” Mas no seu regresso às Canárias, Bruno Magalhães confessa que “vamos andar o mais depressa que pudermos, para alcançar o melhor resultado possível. Face à quantidade e à qualidade dos inscritos, é difícil fazer uma previsão, mas estou convicto que o rali vai ser decidido ao segundo e que as diferenças vão ser muito pequenas.”
Confiante está, também, Carlos Barros, o diretor desportivo da Peugeot Sport Portugal, que assegura que “vamos lutar pelas primeiras posições, numa prova onde estivemos no ano passado, e onde o Bruno andou bem. Vamos convictos de que iremos alcançar um bom resultado”. Melhorar o quinto lugar de 2010 é a aposta da Peugeot Sport Portugal na segunda prova do campeonato IRC de 2011, a primeira em piso de asfalto.
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