Portugueses ‘ajudam’ a fizer história nas Motos
A prova, organizada pelo piloto dinamarquês Ivan Reedtz-Thott, actual vice-campeão mundial de ‘quads’, e pela editora ‘Scandinavian Racing Press’, dividiu os pilotos em quatro categorias, Pro I (motos Quantya com preparação especial), Pro II (motos Quantya originais, iguais às comercializadas ao público), Pro III (modelos Zero MX da Zero Motorcycles), a categoria Proto, que permite qualquer outra moto, desde que eléctrica e sem emissão de poluentes. A exigência final é simples: as motos devem ter autonomia para 15 km e tempo máximo de duas horas para recarga.
Após três dias de competição em diversos tipos de piso, os 35 pilotos internacionais presentes na mesma, foram unânimes na opinião sobre a moto eléctrica, considerada leve e ágil, mostrando-se poderosa e propícia à diversão. Também o ambiente que acompanhou a prova foi de diversão e entusiasmo.
Os dois primeiros dias foram compostos por varias especiais de Enduro, incluindo 3 nocturnas, para no ultimo dia se concluir a prova com um Supermoto, bem no centro de Copenhaga a menos de 500 metros de onde se estava a realizar a cimeira mundial do ambiente.
Bianchi Prata e Paulo Gonçalves felizes
O piloto Pedro Bianchi Prata, um dos participantes da prova, mostrou a sua satisfação pela realização da mesma e pelas experiências vividas ” foram três dias espectaculares, como disse um dos dirigentes da FIM, toda a gente que esteve presente neste evento fez historia, pois abrimos uma nova pagina no desporto de duas rodas, em termos competitivos, foi uma prova muito disputada e as motos eléctricas embora menos potentes dão muito gozo de pilotar. Claro que não é uma BMW G450X, mas com mais uns anos de desenvolvimento, puderam chegar a ter boas prestações. O mais importante nestes dias é que temos uma alternativa, pois com tantos problemas que os ecologistas estão a criar em vários países, as motos eléctricas podem ser a solução. Estiveram presentes muitos nomes do desporto mundial e a presença da equipa Bianchi Prata neste evento foi importante, pois mostra que o nosso esforço nosso e dos nossos patrocinadores não tem sido em vão e a nossa equipa é reconhecida a nível mundial. “.
Também Paulo Gonçalves referiu a experiência como ” muito divertida, adaptei-me muito rapidamente á moto, pois é uma moto mais pequena e levezinha, consegui fazer bons tempos e estar sempre entre os primeiros, no ultimo dia cheguei a ganhar 3 mangas no Supermoto, mas uma queda impediu-me de chegar á final. Talvez daqui a muitos anos as motos eléctricas sejam uma solução, mas por agora são um desporto bem diferente do nosso, mas que puderam nos ajudar no futuro. “.
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