Testámos o F1 2011… que já está nas lojas

Por a 23 Setembro 2011 18:25

Desde o fim dos anos 70 que a Fórmula 1 está presente nos videojogos – para os mais ‘velhotes’, como eu, quem não se lembra do saudoso Grand Prix, da Microprose, nos anos 80. Daí para cá, a “verdadeira” F1 tornou-se menos interessante, mas no caso dos videojogos, quase nos podemos teletransportar para para Spa-Francorchamps, Silverstone ou Monza, tal é o realismo deste ‘brinquedo’, que nos oferece uma experiência ainda melhor que nas versões anteriores. Ainda estaremos a alguns “anos-luz” do que as equipas disponibilizam aos seus pilotos nas fábricas, para preparar as provas, mas já poucos são suficientemente exigentes para desistir deste jogo ao fim de cinco minutos…o que nos aconteceu, por exemplo com o WRC 2010. O grafismo é soberbo, e se tivermos uma excelente TV, a diferença é abissal…

Desde que em 2008, a Codemasters ‘agarrou’ no F1, esta já é a terceira versão, que apesar de tudo não tem mudado muito ao longo dos anos, e se os melhoramentos existem, são essencialmente detalhes, que vão fazendo a diferença e justificam os 40 a 65 euros que pode dar pelo jogo em Portugal, dependendo da plataforma.

Da Escola de Condução às pistas de F1

Muito naturalmente, pode participar Mundial de Fórmula 1, na pele de um dos pilotos que estão disponíveis no jogo, fazendo todos os Grandes Prémios, isto se não quiser perder tempo, pois pode começar pelos “Proving Grounds”, o modo onde vai tentar evoluir antes de ir para a pista bater-se com os velhos lobos da F1. Passados os primeiros momentos de aprendizagem pode mudar para os modos Time Trial e Time Attack, e aqui já vai tentar superar-se a si próprio, ao mesmo tempo que ganha ‘calo’. Começe com uma pista que conheça bem.

Quando estiver pronto, passe para o modo “carreira, e aqui, como “rookie” entra numa das equipas mais fracas e vai gradualmente tentar aumentar a sua reputação e habilidade. Em cada Grande Prémio possui um objetivo que tem de atingir, caso queira aumentar a reputação, e se quiser causar boa impressão, torne os objetivos mais difíceis, que passam por atingir uma posição previamente estipulada, tanto na qualificação como na corrida. Finalmente, depois de cada corrida até pode escolher dar ou não uma entrevista…

Pouco mais do mesmo

A Codemasters pegou nos alicerces da jogabilidade do F1 2010, que já não deslumbravam, mas fez algumas melhorias consideráveis à experiência do que é guiar um Fórmula 1. Não se iluda, se estiver a jogar o F1 2011 sentado na bacquet, com um bom volante e pedais e uma boa TV à sua frente, garanto-lhe que vai ter vontade de por ali continuar algum tempo, ainda que o gozo seja diretamente proporcional às ajudas que tiver no monolugar. Quanto mais ajudas tiver, menor será o gozo…mas também a dificuldade, ou seja, se retirar ajudas (talvez não todas porque é mesmo difícil) pode sentir alguma frustração inicial, mas quando ganhar o jeito os tempos começam a surgir e as saídas de pista a diminuírem E aí sim, goza o jogo no seu esplendor. Não é o mesmo que um simulador a sério, esse só as equipas de F1 os têm, mas o F1 2011 está longe de ser um simulador de condução onde, sem ajudas, qualquer um anda bem.

KERS e DRS

Nesta versão, e para se ajustar às regras de 2011, tem à sua disposição o KERS e o DRS, que se notam quando os ativamos. Um conselho. Adapte-se ao jogo, e só depois, quando se sentir mais à vontade utilize o KERS e o DRS. Se não acredita, tente chegar à travagem para a primeira chicane de Monza com e sem DRS e/ou KERS e veja a diferença. O KERS oferece 80 cavalos de potência durante 6 segundos o DRS, também ativado com o premir de um botão (apenas em retas e quando se está a menos de 1 segundo do piloto da frente), faz com que uma das asas traseiras do carro recolha, reduzindo assim o apoio aerodinâmico, aumentando consideravelmente a velocidade.

A inteligência artificial dos adversários em pista mostra-se também mais apurada e polida, já que agora os adversários não parecem todos o Kamui Kobayashi. Têm mais juízo, que não o do Lewis Hamilton das últimas corridas. De qualquer forma, essa inteligência artificial não vai permitir que lhe surjam pilotos como o Michael Schumacher em Monza, pelo menos, durante tanto tempo como na “realidade”. Portanto, no F1 2011 os nossos oponentes gerem a sua posição, bem como a ultrapassagens, de uma maneira mais realista. Outra novidade que veio aumentar ainda mais o realismo é a introdução do Safety Car.

Os pormenores dos Fórmula 1 estão bem conseguidos, e este aspeto pode ser notado até no cockpit, no qual é possível notar os diferentes volantes de cada monolugar. A Codemasters conseguiu mais uma vez fazer um ótimo trabalho com os efeitos de chuva neste novo F1, por isso preparem-se para mais uma vez ver a água a deslizar em cima do carro quando se atinge uma velocidade considerável, bem como ver o nosso ecrã encher-se de “água” caso estejamos muito perto do monolugar que está à nossa frente.

F1 2011 vale a pena, pois permite-nos uma experiência ainda mais real da Fórmula 1, sendo que a Codemasters aprendeu com alguns erros cometidos no jogo anterior, e corrigiu-os globalmente bem. De qualquer forma, e para sermos totalmente honestos, um dia ainda será possível ter um verdadeiro simulador nos “jogos para as massas”, onde não pareça em determinadas situações que o carro vai a planar sobre a pista…

My Games.pt com José Luis Abreu

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