PUB: Peugeot 308 GTi – Leão com raça

Por a 23 Novembro 2015 14:36

Motor mais potente do segmento

Porque o desempenho é determinante num automóvel do qual se exige a máxima eficácia, a Peugeot concentrou-se de forma incansável no desenvolvimento do motor 1.6 e-THP S&S do 308 GTi by Peugeot Sport. Com uma potência específica de 169 cv/litro, a unidade motriz do novo elemento da casa francesa recorre à injeção direta de gasolina e a um turbocompressor para entregar uns impressionantes 270 cv às 6000 rotações. Com estas características, o Peugeot 308 GTi by Peugeot Sport é, desde logo, um excelente desportivo, equipado com o bloco de 1,6 litros mais potente do seu segmento.

Mas o peso de apenas 1205 kg (4,46 kg/cv) torna-o também numa das berlinas mais leves do mercado. Essa estratégia permite-lhe oferecer performances difíceis de igualar no mercado dos familiares médios, acelerando até aos 100 km/h em curtíssimos 6,0 segundos e conseguindo recuperar dos 80 aos 120 km/h em breves 6,7 segundos. Tudo em sexta velocidade, graças ao binário máximo de 330 N.m, disponível logo às 1900 rpm – apenas comparáveis a um motor atmosférico com o dobro da cilindrada.

O Peugeot 308 GTi by Peugeot Sport pode também cumprir um quilómetro em apenas 25,3 segundos enquanto progride a caminho da velocidade máxima, limitada eletronicamente, de 250 km/h. Mas a adoção de um inteligente sistema Stop & Start fez com que esses pergaminhos não fossem atingidos a qualquer custo: apesar do desempenho, o bloco 1.6 e-THP S&S cumpre os critérios anti-poluição Euro 6, anunciando emissões de CO2 de apenas 139 g/km a troco de um consumo médio de apenas 6 litros por cada 100 km percorridos.

Estrutura mais leve

Para oferecer a agilidade digna da sigla que carrega, o Peugeot 308 GTi by Peugeot Sport tira todo o partido da plataforma EMP2, desenvolvida pelo Grupo PSA para ser utilizada em vários modelos no segmento médio. Tal como acontece nas variantes mais familiares, o modelo desportivo da gama 308 beneficia assim da modularidade desta plataforma, que se destaca pelo seu desenho compacto e pela arrumação eficiente da suspensão, do sistema de travagem, do motor e dos componentes eletrónicos.

A utilização de materiais compósitos e de aço de alta resistência em várias peças da carroçaria foi igualmente determinante para o seu peso reduzido: o conjunto final da estrutura apresenta um rácio de 4 kg para cada 46 cv de potência, enquanto a altura ao solo, rebaixada em 11 mm em comparação com o 308 de base, garantiu-lhe um centro de gravidade reduzido, mesmo a preceito de desafiar as curvas mais exigentes. Elementos importantes para um comportamento superior, ao mesmo tempo em que reforçam a imagem de velocidade do 308 GTi by Peugeot Sport, a as jantes de 18 polegadas e os pneus Michelin Pilot Sport 3 (de série nesta versão) asseguram ao condutor a máxima eficácia e segurança, em qualquer ocasião.

O novo desportivo da Peugeot recorre ainda a poderosos discos de travão (de 380 mm de diâmetro à frente e de 268 mm atrás) e maxilas vermelhas que combinam com o seu caráter intempestivo. Em opção, a marca permite-lhe recorrer às exclusivas jantes Carbone de 19 polegadas, montadas em pneus Michelin Pilot Super Sport de medida 235/35 R19.

Comportamento inigualável

Para assegurar um comportamento dinâmico que inspire confiança ao condutor e lhe permita aproveitar todo o prazer de condução do 308 GTi by Peugeot Sport, a suspensão, pseudo-McPherson à frente e de eixo de torção atrás, foi totalmente revista, recebendo agora molas mais rígidas, novos amortecedores, uma barra estabilizadora oca e braços construídos em alumínio – alterações que permitiram aumentar a rigidez consideravelmente. Tudo junto reduz o ângulo de câmber para aproximar a estabilidade em curva da perfeição. Há ainda a acrescentar o diferencial autoblocante Torsen®, que trabalha em conjunto com a direção assistida para assegurar uma maior precisão das sensações transmitidas pelo volante. Um sistema de controlo de tração, com ESP ajustável e que pode ser desligado através de um botão, completam um pacote que dá ao condutor controlo absoluto sobre o comportamento do 308 GTi by Peugeot Sport.

Tradição desportiva

Mesmo parado, o 308 GTi by Peugeot Sport transmite a quem o observa uma sensação de enorme velocidade. A grelha dianteira Damier (tipo xadrez) e a assinatura LED dos faróis conferem-lhe o dramatismo próprio de um desportivo, sem esquecer a dupla tonalidade da carroçaria (Coupe Franche) – a prova de como a Peugeot privilegia o individualismo de cada cliente. Estes podem escolher, para além do Coupe Frache, mais seis cores (Ultimate Red, Perla Nera Black, Artense Grey, Nacré White, Hurricane Grey e Magnetic Blue). No interior, estão presentes vários elementos decorativos a vermelho, no volante, na caixa de velocidades e nos forros das portas.

Mas também nos bancos desportivos exclusivos Peugeot Sport, em formato de uma bacquet de competição para oferecer melhor apoio lombar ao condutor. Os pedais e a alavanca das mudanças são construídas em alumínio, enquanto o volante em couro de dimensões compactas permite um melhor controlo de todos os movimentos do 308 GTi. Já o painel de instrumentos e os comandos foram alvo de uma atenção à ergonomia que permitiu aos técnicos da marca francesa criar o conceito Peugeot i-Cockpit, do qual faz parte um ‘touchscreen’ de 9,7 polegadas, integrado na consola central. Este modelo desportivo inclui o Driver Sport Pack, com um comando junto ao botão da ignição que reforça a sua herança competitiva. E porque forma e função devem estar sempre em uníssono, o pára-choques dianteiro tem também defletores para melhorar o fluxo de ar, tornando a carga aerodinâmica mais eficiente.

A HISTÓRIA DO GTi

Utilizado pela Peugeot há 36 anos para designar as suas versões mais desportivas, o nome GTi foi pela primeira vez aplicado na berlina 505, em 1979. Na época, esta variante recebeu uma versão do motor Douvrin 2.2 com injeção eletrónica, justificando esta nova nomenclatura, utilizada nos anos 80 pelas mais exclusivas versões de automóveis familiares, pela potência e disponilidade do motor. Mas com a chegada do ainda mais exclusivo 505 Turbo, o Peugeot 505 GTi seria ultrapassado pouco tempo depois no campo da performance.

A chegada do 205 GTi

Como parte de um amplo programa de modernização da sua gama, a ligação da marca do leão à designação não parou por aqui, estendo-se a outros modelos. O mais famoso? O pequeno 205 GTi, decisivo para a marca chegar a novos públicos. Lançado em 1984, com um bloco de 1.6 litros e potência de 105 cv, o conjunto leve permitia ao compacto, mas multivitaminado 205, lutar de igual para igual com alguns modelos desportivos de segmento superiores oriundos de outras marcas. Mas a casa de Sochaux sentiu que podia oferecer mais aos seus clientes e em 1985 lançou um kit Peugeot Talbot Sport que aumentava a potência do motor para 125 cv. Em 1986, a gama 205 GTi foi novamente revista, com o motor 1.6 a subir dos 105 para os 115 cv (já sem as ‘influências’ de um ‘kit’ de potência) antes da chegada de uma nova versão equipada com um motor de 1.9 litros, agora com 130 cv e performances desportivas que mais uma vez o colocavam em confronto direto com automóveis maiores e mais potentes. As prestações eram tão impressionantes que inspiraram muitos pilotos a utilizá-lo em competição automóvel, especialmente nos ralis, e o sucesso fez com que a sua produção se prolongasse até 1993, quando o 205 deu lugar ao mais pequeno 106.

O impacto foi de tal forma evidente que a expansão da gama acabou por suceder de forma natural. Em 1987 era a vez do Peugeot 309 ter direito à sua própria versão GTi, usufruindo do mesmo motor 1.9 de 130 cv do 205. Antevendo a necessidade de se demarcar também entre os desportivos familiares, no mesmo ano chegava ao mercado a versão GTi 16V, com cabeça de 16 válvulas e uns sonoros 160 cv que colocavam a Peugeot à frente de toda a concorrência no segmento.

Já na versão equivalente do 405, a Peugeot optou pela designação exclusiva Mi16, e nos anos 90 a marca criou outras designações para as suas versões desportivas, ainda que tenha deixado a algumas das suas sucursais a liberdade para usar o mítico nome. Foi o caso de Portugal, onde as versões S16 do 106 (com motor 1.6 de 120 cv), 306 (com motor 2.0, primeiro com 167 e depois revisto para 155 cv com nova legislação antipoluição) e depois do 206 (2.0 com 137 cv) foram todas renomeadas GTi, mantendo a ligação ao lendário 205. Nos anos seguintes, o 207 e 307 usaram as designações RC, o primeiro com um 1.6 turbo de 174 cv e o segundo com um 2.0 de 180 cv.

O impacto da designação RC levaria à criação de um coupé desportivo, o RCZ, o primeiro grande turismo compacto da marca francesa. A versão de topo, o RCZ R, chegou ao mercado em 2014 com o motor de 270 cv que agora também faz parte do novo 308 GTi. Mas o mítico nome tinha regressado um ano antes, em 2013, com o 208 GTi, equipado com um fantástico motor 1.6 turbo de 200 cv e uma aparência que lembrava o lendário 205. Foi ainda esta versão que serviu de origem a uma série especial comemorativa do 30º aniversário do 205 GTi, lançada em 2014 com 208 cv, potência usada este ano no modelo de base. Agora, tal como aconteceu nos anos 80, um novo 308 GTi junta-se ao seu irmão mais pequeno…

HERANÇA DESPORTIVA

Dos ralis ao todo-o-terreno, e da ‘endurance’ ao expoente máximo da Fórmula 1, a Peugeot teve desde sempre uma relação umbilical com o desporto motorizado, aproveitando o seu envolvimento nas mais diversas competições como uma plataforma de excelência para o desenvolvimento dos seus produtos. A ligação, histórica, pode ser encontrada há mais de 120 anos: basta recordar que a Peugeot venceu aquele que é considerado o primeiro evento automobilístico de que há memória, o célebre Paris-Rouen de 1894 ganho por Albert Lemaitre.

Desde então, as vitórias têm-se estendido pelas mais variadas categorias, mas foi sobretudo entre as décadas de 1980 e 1990 que a Peugeot obteve grande parte das conquistas que hoje povoam o imaginário de milhares de entusiastas. Parte do destaque vai para o Dakar, com os míticos Peugeot 205 T16 e 405 T16 a assegurarem quatro triunfos (a marca do leão regressou o ano passado à prova, agora com o 2008 DKR). Mas o triunfo na subida de Pikes Peak foi outro momento marcante, com Ari Vatanen ao volante do inesquecível Peugeot 405 T16.

Vinte cinco anos volvidos sobre essa vitória, em 2013, o campeoníssimo Sebastien Loeb repetiu o gesto a bordo do fantástico 208 T16 Pikes Peak. Nas 24 Horas de Le Mans, o mais duro evento de ‘endurance’ do mundo, a Peugeot também deixou a sua marca: além dos triunfos consecutivos em 1992 e 1993 (este último com os três carros no pódio), a casa oriunda de Sochaux voltaria a ser coroada em 2009, com o inesquecível 908 FAP Diesel, mais uma prova do nível da sua engenharia.

Nem as Indy 500 faltam no palmarés da Peugeot, tendo vencido a prova em 1913. No seu historial, a insígnia francesa conta também com uma passagem pela Fórmula 1 entre 1994 e 2000, primeiro como equipa oficial e depois como fornecedora de motores. Os Turismos foram também um bom porto de abrigo, com vitórias em eventos de prestígio como as 24 Horas de Spa. Mas é nos ralis que a marca do leão atingiu a excelência, dominando o Mundial da especialidade a meio dos anos 80 e novamente no início do séc. XXI: o Peugeot 205 T16 venceu as campanhas de 85 e 86 e o 206 WRC fez um ‘hat-trick’ entre 2000 a 2002.

Outro carro mítico da história dos ralis é o Peugeot 306 Maxi, ainda hoje um enorme ícone da modalidade. Seguiram-se depois o Peugeot 207 S2000, um sucesso ao nível dos principais campeonatos europeus, e o mais recente Peugeot 208 T16, a preferência de pilotos como Bruno Magalhães ou Diogo Gago, desta feita na versão ‘R2’. O 208 RX SuperCar, figura incontornável do Mundial de Ralicross, é o mais recente dos grandes ‘leões’ das pistas.

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