Sebastian Montoya junta-se à Academia de Pilotos da Ferrari

Por a 9 Fevereiro 2018 13:41

Sebastian Montoya, filho do ex-piloto de Fórmula 1, Juan Pablo Montoya, juntou-se à Academia de Pilotos da Ferrari, apesar de ter apenas 12 anos de idade. O jovem, que começou nos kart aos quatro anos, conseguiu chamar a atenção da Ferrari, apesar dos seus 12 anos.

Em 2017, Montoya fez a sua primeira temporada completa de kart na Europa, enquanto este ano vai disputar a categoria OKJ do Campeonato Europeu de Kart. Como parte do programa Tony Kart, que está vinculado à Academia de Pilotos Ferrari, o jovem de 12 anos vai receber treino de piloto e apoio com aspectos de fora da pista.

Os outros pilotos apoiados pela Ferrari são Charles Leclerc, Giuliano Alesi, Antonio Fuoco e Enzo Fittipaldi.

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1 comentários

  1. João Pereira

    9 Fevereiro, 2018 at 17:01

    1 – Era bom saber em que campeonato o jovem Montoya disputou a sua primeira época europeia, que tanto deu nas vistas à Ferrari Academy.
    2 – Tentei aprofundar a informação, para saber em que campeonato e categoria o garoto tinha competido em 2017, mas pelos vistos o passado do garoto é tão obscuro como o de muitos colombianos que oferecem gravatas a quem não é seu amigo, e ficamos apenas a saber que a “criatura” já teve 4 anos, e tem agora 12, que fez Karting então mas não sabemos onde, e que também fez em 2017 na Europa, e agora foi contratado pela Ferrari Academy. Dá para perceber que a criatura andou por paradeiro incerto durante 12 anos, até ser traficada para a Europa, onde agora é distribuída por italianos.
    3 – Será que a Ferrari procura os seus jovens talentos entre os que têm nomes sonantes no desporto automóvel, principalmente na F1, 3 em 5 (Fittipaldi, Alesi, Montoya)? É que isso não é garantia de bons genes, veja-se Matthias Lauda, que sai mais à Mãe ou mesmo à Avó, ou Nicolas Prost, ou Aurelian Panis… Paul Stewart (infelizmente mais um falecido por “doença prolongada”), que foi piloto antes de perceber que mais valia dedicar-se à gestão, e formar a Paul Stewart Racing, que veio a dar origem à Stewart F1, hoje Red Bull. E muitos outros como Michael Andretti, etc, etc, etc…
    É claro que temos casos de sucesso, como Damon Hill, que tinha as mesmas características do Pai, mas entrou tarde no desporto automóvel (andou primeiro pelas motos), e foi bastante sujeito a pressões, tanto pelo nome (foi o primeiro filho de campeão do mundo a chegar à F1), como por ter sido sujeito a ser fiel escudeiro de Alain Prost na Williams, sendo quanto a mim já mais veloz que o francês, e acabou por ser campeão vs Vileneuve, porque a equipa lhe devia o título que não o tinha deixado vencer de forma merecida (ele merecia ter sido campeão sem favor). Claro que também temos Nico Rosberg, recente campeão do mundo (porque a Mercedes fez tudo o que devia e também o que não devia para isso), que não foi melhor nem pior que o Pai Keijo “Keke” Rosberg (que foi campeão com apenas uma vitória), e agora temos o Max, que quanto a mim é melhor que o Jos Verstappen, que era muito bom, mas foi apenas uma vitima de uma equipa focada em Schumacher. Por falar em Schumacher, também temos agora o Mick Schumacher (Mick?! Não vai ser muito popular na Irlanda), mas parece que esse é mais um que não tem “corda” suficiente.

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