Os regulamentos da Fórmula 1 para 2017 continuam na ordem do dia e uma das boas novidades é que os ‘tokens’ de desenvolvimento de motores irão acabar, o que significa que deixa de haver limites ao desenvolvimento de motores. A notícia foi revelada ontem na cerimónia de apresentação da equipa oficial da Renault, pelo seu diretor geral, Cyril Abiteboul. “O sistema de tokens vai ser eliminado. Uma das razões para que todos concordámos com isso é porque precisamos de um rendimento mais eficaz do motor. Decidimos isto também pelos adeptos, que se confundem entre o sistema de penalizações e os tokens, por isso decidimos simplesmente eliminar o sistema de tokens”, explicou.
Esta medida foi unanimemente aceite pelos quatro atuais fornecedores de motores – Mercedes, Ferrari, Renault e Honda. Na base da decisão está a subida de custos que os tokens implicavam, com desenvolvimentos contínuos das equipas ao longo da época. Esta alteração tem um reverso da medalha, pois os Construtores ficam obrigados a reduzir os preços das suas unidades motrizes. Este ano os construtores terão novamente 32 tokens, mas o que estava previsto ser reduzido para 25 em 2017, 20 em 2018, e 15 a partir de 2019 simplesmente acaba.










