A continuidade de Pastor Maldonado na Fórmula 1 em 2016 foi questionada, segundo a BBC, após o atraso no pagamento por parte do seu principal patrocinador, a PDVSA. A empresa estatal tem sido o grande catalisador financeiro para o percurso do piloto na modalidade e, segundo o último contrato assinado, pagava 40 milhões de euros à Lotus para ter Maldonado ao volante de um dos seus monolugares, mas um terço desse valor regressava à Venezuela em comissões diversas. Porém o referido atraso veio levantar o véu sobre uma possível saída de Maldonado da Fórmula 1. Agora, fonte da própria PDVSA veio desmentir o sucedido. “De momento, isso é tudo especulação. Nós não recebemos nenhuma informação que não seja o que acordámos no ano passado com a Lotus.” Facto é que Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, decretou “estado de emergência económica” durante 60 dias, sinal de que nem tudo vai bem por terras venezuelanas e um pagamento de 40 milhões de euros para um piloto estar na Fórmula 1 não deixa de ser avultadíssimo.









Era a sorte da Renault. Poderia ir já buscar o Magnussen mesmo considerando o prejuízo de 30 milhões, uma vez que o Magnussen não deve trazer dinheiro. Já agora, há que referir que seria a sorte do dinamarquês, que de facto está a perder-se.
Até podia ser que o Magnussen levasse dinheiro, não directamente, mas através de patrocínios.
Ao que constou, Ron Dennis chegou a negociar com uma empresa nórdica, interessada em apoiar o dinamarquês, para patrocinador principal da McLaren, mas as guerras entre ele e os sócios deixaram o jovem pendurado e o negócio gorou-se. Talvez que essa mesma empresa estivesse interessada em apoiar a Renault.
O dinheiro da PDVSA pode fazer falta à F1, o Maldonado é que não faz falta nenhuma.