Pascal Wehrlein não está interessado na Fórmula E

Por a 7 Agosto 2017 14:53

Pascal Wehrlein não está interessado em mudar-se para a Fórmula E no próximo ano. Esta semana a Sauber foi apontada como equipa junior da Ferrari em 2018, o que impediria o piloto apoiado pela Mercedes de continuar na F1. Mas o alemão nem quer pensar nisso.

Existia a possibilidade de Wehrlein voltar ao DTM, onde foi campeão em 2015, mas a Mercedes só vai estar mais uma temporada na competição. Outra possibilidade era a ida para a Fórmula E, mas o piloto recusou a ideia: “Gosto de barulho e de gasolina, nem me consigo imaginar na Fórmula E”. O alemão lembra que na F1 tem conseguido bons resultados: “Consegui os cinco pontos da equipa e fui mais rápido que o Ericsson em sete oportunidades, apenas perdendo em duas. O que mais posso fazer?”.

No entanto a Fórmula E está cada vez mais popular, com vários construtores a juntarem-se à competição. Sergio Marchionne, presidente da Ferrari, tem uma posição mais contida sobre uma presença na competição de monolugares elétricos sob égide da FIA: “Tenho falado com o Toto Wolff sobre a Fórmula E, mas não consigo imaginar a Ferrari lá. Mas estamos a pensar numa marca da Fiat Chrysler, mas ainda não decidimos qual”.

 

 

 

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15 comentários

  1. MVM

    7 Agosto, 2017 at 15:28

    Já começa a tornar-se cansativo ler textos em que se confunde “sob” com “sobre”, e vice-versa. «Sobre égide da FIA» está errado. Se alguém não tem a certeza acerca do significado de uma palavra, não deve empregá-la: deve usar um sinónimo cujo significado conheça. Em lugar de “sob”, pode escrever “debaixo de” (e, evidentemente, “acima de” em lugar de “sobre”).

    • João Pereira

      7 Agosto, 2017 at 19:34

      Caro MVM, estamos muitas vezes em desacordo, e já tivemos as nossas zangas bem acesas, mas creio que por uma vez estaremos de acordo, se eu afirmar que não vale a pena tentar ensinar os escribas do AS a escrever, ou outra coisa qualquer (tipo carregar sacos de cimento). Só na última linha do último parágrafo temos 3 X mas: Mas, mas,mas…
      Enfim, são os profissionais de escrita e jornalismo que “merecemos”, tal como ir à Pizza Hut e esperar um atendimento ao nível do Restaurante Porto de Santa Maria (ou apenas pedir uma simples bifana e um branquinho numa tasca), com a diferença, que em termos de jornalismo em Desporto Automóvel, não temos escolha em português.
      Abreu, Costa, Fernandes… Tudo farinha do mesmo saco, e nunca dará bom pão.
      Cumprimentos.

      • MVM

        7 Agosto, 2017 at 19:51

        Isto não é uma questão exclusiva do AS. Ainda há pouco tempo os carros ligeiros da Unicer (Super Bock) andavam com um vinil publicitário onde dizia: «trabalhamos sobre pressão». E uma vez li no Público um artigo de opinião no qual se dizia que uma ave aterrou sob uma rocha (o que, convenhamos, é uma proeza da física). O meu medo é que o erro se torne regra.
        De resto, não vou tão longe nas críticas. Ressalvo o aspecto pessoal, que não é para aqui chamado. Não conheço o autor do artigo, mas acredito na capacidade do ser humano de aprender. É mais neste sentido que vão as minhas críticas.

        • Pity

          7 Agosto, 2017 at 21:00

          O problema começa no nosso ensino, não temos professores suficientemente competentes ou interessados em que os alunos aprendam.

          • [email protected]

            7 Agosto, 2017 at 22:59

            Plenamente de acordo!!!

          • MVM

            7 Agosto, 2017 at 23:05

            A impressão que me dá é que os professores vão para as aulas despejar matéria para cima dos alunos e só estão preocupados com “a carreira” (leia-se o salário e as regalias). Vou parecer imensamente reaccionário ao dizer isto, mas não me surpreende que o Dr. Mário Nogueira tenha tantos apoiantes e que as manifs de professores tenham sempre tanta gente. Os stores estão-se a borrifar no acompanhamento dos alunos, na pedagogia, na inclusão e nisso tudo: o que querem saber é das progressões e do estatuto remuneratório enquanto fazem o mínimo possível. Haverá decerto muitos que não são assim, mas é isto que acontece quando todas as famílias querem ter um Dr. no seu seio e mandam os filhos estudar em cursos cuja única saída prática é o ensino. E estas coisas funcionam como uma espiral recessiva, pelo que cada geração é pior que a anterior.

          • Pity

            8 Agosto, 2017 at 13:20

            Para se ser professor, é preciso vocação, não apenas um canudo. Ser bom professor é difícil. Eu não servia para professora, falta-me jeito e paciência.

          • João Pereira

            9 Agosto, 2017 at 15:48

            E para jornalista também é preciso ter vocação e brio, não é vir para aqui encher chouriços. Já agora, não exerço a profissão de salsicheiro, mas tenho formação, já que trabalhei bastante com o meu Pai que era talhante e salsicheiro muito competente, no entanto, acho que era capaz ser tão bom jornalista, como os jornalistas do AS enchem chouriços aqui todos os dias, o que seguramente faria de mim um excelente jornalista e redactor, embora duvide que alguma vez os jornalistas e redactores do AS fossem bons salsicheiros, mesmo que fossem tão competentes como na profissão que exercem.
            Cumps.

          • João Pereira

            9 Agosto, 2017 at 15:42

            Esqueceu a luta permanente dos professores do secundário contra serem colocados fora da área de residência, esquecendo que também um carpinteiro ou marceneiro do Algarve, que não tenha trabalho na sua terra, ou muda de profissão, ou vai à procura de trabalho em Paços de Ferreira.
            Mas vamos agora mudar de assunto, porque este não é para este site.
            Hajam boas corridas, com vitórias da Ferrari, da Mercedes e de outros, e viva o Halo em 2018, que segundo a FIA no seu comunicado, é uma formula que resulta desde que os egípcios inventaram os “flip flop” há 4000 anos. Assumo que os pedreiros hoje em dia, deveriam usar esse tipo de calçado em vez das botas de biqueira de aço, já que o chinelito deve ter sido muito eficaz a proteger a “unhaca” do dedo grande dos construtores de pirâmides. Eheh.
            Cumps.

          • Jaguar R3

            8 Agosto, 2017 at 0:50

            Na minha opinião passa mais pelos pais.
            Não existe um real interesse no incentivo à leitura ou ao conhecimento. Isso também parte de casa.

          • Pity

            8 Agosto, 2017 at 13:15

            Também é verdade. Pela minha parte, a minha mãe, desde pequenina que me comprou livros. Lembro-me de ir com ela à avenida da Liberdade, à feira do livro, desde miúda (o meu pai nunca ligou muito a isso). Resultado: adoro ler e tento incutir esse gosto nas crianças da família. No Natal é a minha prenda favorita, tanto para dar, como para receber.

          • MVM

            8 Agosto, 2017 at 18:22

            Não há uma causa única para a iliteracia. Por exemplo, a Internet também faz com que os erros se propaguem facilmente. Até se pode apontar um factor moda, que leva algumas pessoas a adoptar erros que antes não cometiam. Não sei se alguém se lembra de uma fase em toda a gente dizia ‘stander’ em vez de ‘stand’. E não podemos excluir as limitações subjectivas das pessoas, o que também conta. Há pessoas refractárias à aprendizagem.

          • Pity

            8 Agosto, 2017 at 18:31

            Quando eu me registei no site, foi mesmo com a intenção de combater os muitos erros que aqui lia. Claro que acabei por desistir da minha “cruzada”. As pessoas não queriam ser corrigidas.
            Mas ainda me irrita ler “passa-se” em vez de “passasse” e outras similares.
            PS: vê-se mesmo que não há corridas de F1, estamos a discutir erros de Português… num site de automobilismo 🙂

          • João Pereira

            9 Agosto, 2017 at 15:31

            Olá Pity! De acordo que não temos professores competentes, tenho um filho que terminou há pouco o secundário, e várias vezes fui falar com o director da escola, com questões que para mim eram pertinentes, mas que para ele eram algo impertinentes, porque de difícil ou pouco convincente resposta. Sou até bestante critico de cada vez que o Sindicato dos Professores convoca uma greve, mas esse é outro assunto.
            A verdade, é que os jornalistas não saem do secundário, pelo menos nos nossos dias, para além de no caso dos profissionais do AS, são pessoas experientes, mas que não têm melhoras, e “fazem ouvidos moucos” ás criticas, mesmo as que são feitas de forma mais educada, estágio que eu já passei há muito como sabe, hoje dou mais é “coices na tábua da carroça”.
            Cumprimentos.
            P.S. Uma vez disse aqui numa critica ao AS, que o jornalista tinha metido “as patas pelas mãos” (o que indignou o Sr. Abreu ao ponto de me ameaçar de expulsão permanente), é claro que tal como nessa ocasião, não quis dizer literalmente que o jornalista tinha patas, e também no meu caso, esclareço que não tenho nenhuma deformidade como possuir cascos nas minhas elegantes extremidades, trata-se apenas de formas de expressão que devem ser levadas como tal e não à letra. Cumprimentos também para o Sr. Abreu.

        • João Pereira

          9 Agosto, 2017 at 15:16

          Caro MVM, eu também acredito que o ser humano seja capaz de aprender, mas também acredito que alguns seres humanos são desprovidos dessa capacidade de aprender, ou estão numa profissão para a qual não têm competência nem brio, ou ainda porque como são únicos em determinado mercado se estão bem lixando para os “fregueses” que são quem lhes paga o ordenado, e neste caso do jornalismo é uma profissão que exige, ou deveria exigir muita competência e brio, já que se trata de informar e escrever para o público, e como têm o dever de informar e escrever correctamente, já que são profissionais.
          Duas coisas tenho que reconhecer: a primeira é que não seria capaz de atingir a excelência nas funções das pessoas que acima e tantas outras vezes, critico de forma caustica, mas como tenho capacidade de aprender e brio, seguramente que depois de tantos anos na profissão, não tenho dúvidas que já faria melhor. A segunda, é que tenho uma relação de ódio com o Sr. Abreu, que inclusive sarcasticamente me disse que não era preciso ser cientista de física quântica para perceber que uma foto se adequava perfeitamente ao contexto do artigo em que estava inserida, isto na sequência de uma critica dura que fiz.
          A verdade, é que tal como eu, o caro MVM já anda por aqui há muitos anos, e também já se deve ter apercebido que os erros do AS são demasiado frequentes e recorrentes há demasiado tempo (demasiado, demasiado… Eheh)), e só por isso, já podem ser considerados falta de respeito por quem lhes paga o ordenado. Por tudo isto, sou tão duro nas minhas criticas.
          Indo também ao seu encontro, também eu já li na ementa de muitos restaurantes, que servem costoletas, quando todos sabemos que essa iguaria é cortada das costelas do animal e não das costolas, ou uma vez (há alguns anos), numa pequena notícia de um qualquer jornal que já não recordo (mas nunca esqueci a notícia pelo caricato da escrita), se lia que um agente da PSP deu um tiro para o ar atingindo um cabo verdiano no peito, suponho que o individuo seria voador, ou ainda quando diariamente se houve a palavra “hilcópetro” no telejornal.
          Cumprimentos.

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