O novo Williams F1 FW40

Por a 17 Fevereiro 2017 09:50

As primeiras imagens de um Fórmula 1 de 2017 foram hoje divulgadas pelo Autosport inglês, com o novo Williams Fórmula 1 de 2017 a ser ‘mostrado’ online. O carro denomina-se FW40, tendo em conta o 40º aniversário da equipa inglesa. Sendo este o primeiro carro de 2017 a ser conhecido, a maior diferença tem a ver com a nova asa traseira, bem mais baixa do que os carros de 2016. Na frente, o nariz tem uma pequena protuberância ‘fálica’, mas nada com chegou a ser referido. A ver vamos os restantes. Este é o novo carro de Lance Stroll e Felipe Massa.

Williams-FW40-2017-(1)

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16 comentários

  1. Furelli GP

    17 Fevereiro, 2017 at 10:18

    à primeira vista, este novo design não é assim tããããoooo diferente face aos anteriores. A decoração é mais do mesmo mas é fixe, porque em equipa que ganha (estou mesmo a falar da decoração) não se mexe. Acho que só vamos encontrar diferenças visuais a sério nos carros quando os virmos em pista.

    • Zé do Pipo

      17 Fevereiro, 2017 at 11:52

      “bzinho 14” posso discordar? Acho a decoração da Martini muito básica para o potencial que tem, principalmente entre a asa dianteira e o cockpit. Talvez seja espaço reservado em branco para cativar algum potencial patrocinador.

      • Furelli GP

        17 Fevereiro, 2017 at 12:01

        Eu acho a decoração simples e bonita. Podiam explorar mais as listas da Martini, mas por outro lado não podem deixá-las em grande destaque porque temos que recordar que nas provas em países árabes a decoração fica censurada e pode alterar radicalmente o aspecto do carro.

    • João Pereira

      17 Fevereiro, 2017 at 22:44

      Vou limitar-me á decoração. As riscas da Martini funcionam quase sempre muito bem.
      Felizmente a Martini permite sempre que a cor de fundo seja escolhida pela equipa o que eu acho fantástico da parte deles, daí termos tido Porsche Prateados ou Brancos, Lancia Vermelhos ou Brancos, Alfa Romeo Vermelhos ou Brancos, Brabham Vermelhos (Alfa) e Lotus Verdes (BRG), e agora Williams Brancos.
      Curiosamente, a pior combinação foi o Verde BRG da minha muito querida Lotus, que quanto a mim teve como único mérito o regresso dos carros à cor da equipa, depois de terem passado muitos anos pelas cores de vários patrocinadores, Gold Leaf por exemplo, incluindo o Preto e Dourado da JPS, que muitos (tristes inocentes) adeptos da F1 consideram ainda hoje as cores da equipa e da marca.

      • Iceman07

        18 Fevereiro, 2017 at 0:55

        A cor da marca não, até porque o logótipo da Lotus Cars continua a ser amarelo e verde.

        Preto e dourado. É como perguntar “Qual é a cor da McLaren?” vai quase tudo responder vermelho/branco ou cinzento/preto, e não a cor original que era laranja. As pessoas tendem a lembrar a cor mais famosa, que neste caso foi o preto e dourado.

        • João Pereira

          18 Fevereiro, 2017 at 1:54

          As cores das marcas sempre tiveram quase sempre a ver com cores nacionais:
          – Laranja: Nova Zelandia, pátria de Bruce Mclaren.
          – Verde BRG (British Racing Green): Inglaterra – Lotus (com amarelo), Cooper (com branco), BRM (Com Laranja), Jaguar, Aston Martin…
          – Azul: França – Bugatti, Matra, Alpine… A Renault é mais Amarelo e Preto, mas também já usou o Azul algumas vezes, com Branco e até com Vermelho para fazer as cores da bandeira.
          – Vermelho: Itália – Ferrari, Alfa Romeo, Maserati.
          – Prateado: Alemanha – Mercedes, Auto Union (Audi), Porsche.
          – Vermelho e Branco: Japão – Toyota, Honda (com azul nas motos), Yamaha, Nissan (com azul).
          Antes de existirem patrocinadores, sabia-se a nacionalidade da equipa, pela cor predominante dos carros ou das motos.
          As pessoas mais jovens, têm tendência a lembrar Preto e Dourado, ou Vermelho e Branco, que são cores de patrocinadores, nestes casos, a John Player Special e a Marlboro que são marcas de cigarros e não de automóveis.
          O iceman7 tem razão quando diz que a cor do logótipo da Lotus continua a ser BRG e Amarelo, mas já viu que o Toni Fernandes só conseguiu manter as cores, porque coincidiam com as da Caterham, e a Lotus optou pelo preto e dourado em termos de competição, apenas porque como muito bem diz, eram comercialmente mais famosas? As cinzas de Anthony Colin Bruce Chapman (Iniciais que estão no logo) devem ter andado num autêntico ciclone.
          Bem haja o Velho Ferrari, que quando vendeu a Ferrari à Fiat,soube preservar que os carros de corrida inscritos oficialmente têm que ser predominantemente vermelhos.
          Também acredito que o iceman7 sabe tão bem como eu, que Lotus Cars e Team Lotus há muito que são coisas diferentes. Para mim, Team Lotus morreu há muito tempo, enquanto a Lotus Cars continua a produzir carros leves e rápidos quase no espírito e tradição dos tempos de Chapman, e cujo nome continua a começar por E.
          O nome Lotus tem sido muito prostituído desde há muitos anos. Como fan incondicional, preferia já ter assistido ao funeral da marca e team em devido tempo, em vez de ver este arrastar do nome pela lama.
          Enfim, sou um romântico, que acha que ainda vale a pena preservar algumas tradições.
          Cumprimentos.

  2. Speedway

    17 Fevereiro, 2017 at 10:58

    Trata-se duma “brincadeira” da Williams. Se repararem mo carro ele ainda tem as medidas estreitas do ano passado o mesmo se passando com a asa traseira.
    O cockpit e a entrada de ar serão já sim do novo carro

    • Seven

      17 Fevereiro, 2017 at 11:58

      De acordo. Desconfio que este seja sequer muito próximo da versão definitiva, senão porque esperariam mais uma semana para o apresentar?!

      • [email protected]

        17 Fevereiro, 2017 at 15:30

        Será porque é o que têm feito nos últimos anos?
        Claro que não é brincadeira. É certo que há coisas que vão mudar, mas o carro grosso modo é isto. Tal como já fizeram em anos anteriores…

    • [email protected]

      17 Fevereiro, 2017 at 16:01

      Um teaser nunca fez mal a ninguém LOL
      Cumps

    • João Pereira

      17 Fevereiro, 2017 at 23:55

      Na apresentação, todas as equipas tendem a dissimular a coisa. Creio que para além do cockpit e do “periscópio”, há que dar atenção aos flancos “derretidos”. Isto não é uma brincadeira, o carro está lá, apenas algo dissimulado. Normalmente só no segundo teste pré época aparecem as asas para a primeira corrida, e depois, durante o ano, corrida a corrida vão aparecendo novidades em travões, asas, fundo, etc. Pequenos detalhes que não estão à vista.
      Também reparei no nariz muito esguio com uma saída de ar do S-duck bastante diferente do que se viu em 2016. Há também já algumas “asitas” nos lados do cockpit que podem ser uma variante das que os Mercedes tinham nos retrovisores de 2016, e pequenas derivas nos flanco já vistas nos Mclaren de 2016.
      Brincadeira foi o que a Renault fez quando pintou um “Lotus” de amarelo no final de 2015.

  3. João Pereira

    17 Fevereiro, 2017 at 11:01

    Não é normal numa apresentação, a asa dianteira apresentar já um nível de detalhe tão apurado. Reaparece a barbatana, que acaba por não ser novidade e já era esperada. Curioso o aspecto dos flancos, algo “derretido” ao melhor de estilo dos relógios de Salvador Dali.

  4. Iceman07

    17 Fevereiro, 2017 at 17:03

    Uma cópia do carro dos últimos 2 anos, só mudaram algumas coisas para encaixar nas novas regras.
    Mas isso têm sido habitual na história da Williams. O carro de 1992/1993/1994 era o mesmo com alguns ajustes, 1995/1996/1997 a mesma coisa, 2004 (a versão nariz fino)/2005 etc.

    • MVM

      17 Fevereiro, 2017 at 17:11

      E podemos recuar até aos FW07, 07B e 07C, e os 08 e 11 tiveram versões B – mas isto era quando a Williams fazia bons chassis, o que já não acontece há uma boa vintena de anos.

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