As equipas de F1 têm pouco cerca de um mês para passar ao papel um novo regulamento técnico que será válido a partir de 2017. Terão que ser tomadas decisões relativas a redução de custos, definição das grandes linhas relativas à aerodinâmica, partilha de tecnologia e simplificação das regras relativas aos motores.
Na reunião de sexta-feira passada, o resultado foi quase zero.
A próxima reunião está agendada para o próximo dia 23 de fevereiro, em Genebra, já depois do arranque dos testes de F1, mas antes disso, já está semana, haverá discussões em Milão relativamente às especificações dos pneus, patrocinadas pela Pirelli.
Se não houver acordo a 23 de fevereiro, Jean Todt e Bernie Ecclestone podem decidir eles próprios o que querem fazer e impô-lo, pois o acordo é esse. Ou as equipas são unânimes e entendem-se ou o presidente da FIA e o líder do Formula One Group estabelecem as grandes linhas dos futuros regulamentos técnicos e desportivos à sua maneira.













Até poderiam impor e fazer passar no Grupo Estratégico, pois aí têm 12 dos 18 votos (e se tirarmos da equação o poder de veto da Ferrari).
O problema vem depois, na Comissão da F1, porque não os estou a ver a ter 18 dos 26 votos, uma vez que isso implica virar toda a sala contra os fornecedores de UM atuais e equipas por eles fornecidas.
E têm um mês para resolver o que andaram o ano todo a “empurrar com a barriga”.