Maria Teresa de Filippis: pioneira das mulheres na F1
Neste dia, há nove anos, Maria Teresa de Filippis faleceu em Bergamo. Nascida em Nápoles a 11 de novembro de 1926, foi a primeira mulher a competir num Grande Prémio do Mundial Fórmula 1, disputou cinco corridas, mas só conseguiu qualificar-se em três. Tripulou um Maserati 250 F em quatro GP de 1958 e um Porsche RSK em 1959. O seu melhor resultado foi o 10º lugar obtido no GP da Bélgica em 1958.
Em 1958, não conseguiu qualificar-se para o GP do Mónaco, mas fê-lo para o GP da Bélgica onde ao volante de um Maserati 250F da Scuderia Centro Sud terminou em décimo lugar.
A piloto italiana também se qualificou para as corridas do Porto e de Monza, mas não terminou nenhuma delas, devido a problemas mecânicos nos seus carros.
O melhor resultado da sua carreira foi no Grande Prémio de Siracusa, um dos eventos extra-campeonato de Fórmula 1. Em 1958, terminou em quinto, depois de partir da oitava posição, sendo esta a melhor classificação de uma mulher numa corrida de F1. Competiu noutras categorias, foi, por exemplo, nona no Targa Florio de 1955, com Luigi Bellucci, num Maserati A6GCS.
Maria Teresa de Filippis conquistou o respeito de todos num ambiente predominantemente masculino, como ainda é hoje, retirando-se das corridas em 1959, após a morte de um piloto amigo piloto.




