Marcus Ericsson: “Peço desculpa a toda a equipa pelo que aconteceu”

Por a 30 Maio 2016 12:07

Marcus Ericsson não foi feliz no GP do Mónaco. O piloto precipitou-se na troca de posições com Felipe Nasr que a Sauber tinha indicado, com ambos a acabarem por colidir e a abandonarem a prova na volta 48.

Nas palavras de Ericsson: “Acho que isto é muito decepcionante para todos e peço desculpa a toda a equipa pelo que aconteceu. Claro que precisamos de nos sentar, esclarecer as coisas e garantir que vamos para Montreal para lutarmos juntos como equipa e para marcarmos pontos.”

Em relação ao sucedido o piloto explica: “Tive luz verde do meu engenheiro para tentar a ultrapassagem e já tinha tentado naquela curva ultrapassar o Valtteri Bottas no início da corrida, quase lhe acertei mas correu tudo bem. Pensei que fosse um bom lugar porque vi que o Nasr estava a sofrer muito no último setor. Então fui para fazer a manobra e pensei que, no pior dos casos, ficaria na mesma posição em que estava, ou seja, atrás dele. Mas, obviamente, o resultado final não foi o mesmo que com Bottas. Não quero queixar-me dele ou de qualquer pessoa, mas acho que isso poderia ter sido evitado se as ordens fossem seguidas”, finalizou.

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7 comentários

  1. João Pereira

    30 Maio, 2016 at 13:17

    Há coisas que não percebo! As ordens de equipa em relação a troca de posição não tinham sido proibidas durante a corrida?
    A Mercedes deu-as ao Rosberg, embora eu ache que ele devia ter percebido isso sósinho, já que estava a pilotar como um motorista de autocarro. A Sauber também as deu, mas quanto a mim de forma dificilmente justificável, a não ser para dar razão ao Nasr, na questão de tratamento dos pilotos, quando diz que um é filho da Mãe e o outra é filho da “Outra”.
    No entanto, o Ericsson queixa-se de as ordens não terem sido seguidas. Ele quer dizer que o Nasr não o deixou passar, ou de ele tentar passar em La Rascasse, quando a equipa deu ordens para o fazer na curva 1, que é Sainte Dévote? Ou da equipa ter dito isso ao Nasr, e não lhe ter dito a ele?
    De qualquer forma, quanto a mim, é a equipa que deve ser responsabilizada pela confusão que criou, e principalmente a Senhora “Comandante”, que parece mesmo apostada em afundar o navio “Sauber”.
    É injusta a penalização do Ericsson, que acaba por ser justificada apenas para haver coerência com a também injusta penalização do Kvyat, esta, quanto a mim foi demasiado branda porque a manobra dele não faz qualquer sentido, é completamente injustificável (Tentava desdobrar-se!!!) e somada ao Caso Sotchi, era razão para One Race Ban e não 3 lugares na grelha da próxima corrida.
    Já agora, e a propósito das duas situações, desde quando é que La Rascasse é ponto de ultrapassagem no Monaco?

    • simr

      30 Maio, 2016 at 17:00

      La Rascasse é ponto de ultrapassagem desde que o Jules Bianchi o fez em 2014 e muito bem salvo o erro, outros tentam imitar a manobra mas falta o talento e acabam nos rails. A corrida de ontem por diversas vezes demonstrou que o plantel da f1 actual é muito fraquinho

      • João Pereira

        30 Maio, 2016 at 17:29

        É verdade que Jules Bianchi era um piloto muito talentoso e audaz, mas para se ultrapassar em La Rascasse, é preciso meter o carro ainda na saída da esquerda anterior, e ter alguma colaboração do adversário. Tentar ultrapassar em La Rascasse, é mais uma questão de audácia que talento, e se é verdade que a sorte protege os audazes, também é verdade que a sorte não dura para sempre, como confirmaria o malogrado Bianchi, se não estivesse num sítio com problemas de rede de telecomunicações. Jules 17 R.I.P, pagaste demasiado caro a tua audácia.
        É verdade que o plantel tem fraquezas, mas é capaz de me dizer em que ano não as teve? Creio que não, sempre existiram pilotos pagantes. No entanto, foi uma revelação para mim a falta de “conforto” do Rosberg no Monaco molhado, e surpreendente o mau momento de coordenação no funcionamento das boxes de uma equipa com a RB, que deve ter deixado Ricciardo a perguntar se alguém tem o número de telefone de Herr Toto ou de Herr Niki, para ver se eles têm a certeza de querer renovar com o Rosberg, até porque o Berger certamente não desgostaria de levar o seu novo “pupilo” para a RB. Será que vamos assistir a uma troca? Parece-me muito plausível neste momento.
        Cps.

        • Pity

          30 Maio, 2016 at 18:00

          Era giro uma troca dessas…

          • João Pereira

            30 Maio, 2016 at 19:03

            Claro que era giro! Eu de vez em quando tenho boas ideias!
            Todos ficavam felizes, principalmente porque a Ferrari ficaria em principio com a mesma dupla, ou aproveitaria o melhor segundo piloto do momento, que deve ser despedido no fim do ano, e até é um ex-campeão do mundo e muito experiente para além de estar “barato”. No entanto, Tanto Raikkonen como Button seriam boas escolhas para a Renault (enquanto espera por Alonso) ou Williams, neste caso só Button, que até terminaria a carreira onde começou. Neste caso, Bottas ficaria e Massa poderia substituir Grosjean na Haas (os americanos gostam de brasileiros), caso este fosse para a Ferrari. Sainz vai ter que ficar mais um ano na Toro Rosso, a não ser que Verstappen venha estragar este meu arranjinho para resolver desde já a Silly Season.
            Obviamente faltam aqui as equipas do fim da tabela e a Force India. As primeiras são de fácil solução, porque só têm que esperar pelo último dia do leilão… Ooops! o fim do prazo para comunicar o line-up á FIA e anunciar os cheques vencedores. A Force India ficará com os mesmos, ou eventualmente trocar alguém por uma das sobras mais baratas das equipas da frente.
            Tudo resolvido, poupei umas latas de tinta aos jornais! A época de 2017 pode começar.

  2. MVM

    30 Maio, 2016 at 15:21

    Grande foto! Claro que, sendo isto o AS, não há direitos de autor e pode-se usar qualquer imagem sem menção ou autorização do fotógrafo porque, enfim, se está na internet é de todos, certo? Ai, ai…
    Quanto ao incidente, o Marcus Ericsson já estava a ferver quando tentou a ultrapassagem. Estava numa estratégia diferente do Nasr e a ganhar-lhe três segundos por volta quando o apanhou. A equipa ordenou ao Nasr que deixasse o Ericsson passar, mas aquele ignorou a ordem e manteve-se a empatar o Ericsson durante pelo menos três voltas. Mais ainda, ontem o Nasr negava ter havido ordens de equipa – quando toda a gente as ouviu na transmissão televisiva! Curiosamente, hoje também pediu desculpa à equipa. É caso para perguntar: pediu desculpa de quê, se não sabia de nenhumas ordens da equipa? Hipócrita!
    A ironia toda está em que, no fim, quem foi penalizado foi o Ericsson. Seja como for, não é certamente assim que a Sauber vai conseguir patrocínios…

    • João Pereira

      30 Maio, 2016 at 17:39

      Injusta penalização ao Ericsson. O problema está numa equipa dirigida por alguém que para além de incompetência na gestão das finanças, também não é capaz de gerir dois frangos (galos não são de certeza) que querem o mesmo poleiro.
      Se alguém deveria ser castigado, deveria ser Monisha Kaltenborn.
      Já agora, este tipo de ordens de equipa não estão proibidas? Sei que a Mercedes também as deu, mas neste caso deveriam ser desnecessárias, já que Rosberg devia ter a iniciativa por si próprio, porque mais parecia o motorista de um autocarro escolar. Palavra que passei a corrida toda a acreditar que ele teria algum problema no sistema híbrido ou na caixa de velocidades…

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