A Haas F1 Team confirmou o seu potencial com um grande quinto lugar de Romain Grosjean no Grande Prémio do Bahrein e nem o abandono de Esteban Gutierrez lascou o potencial mostrado pela Haas F1 Team. O diretor, Guenther Steiner, ficou radiante com esta prestação: “Foi um dia fantástico para a equipa. O Romain fez um ótimo trabalho. Toda a equipa o fez. O único ponto menos bom foi que o Esteban não completou a corrida. Tivemos um problema com o travão dianteiro esquerdo, que iremos investigar. Agora o nosso objetivo para a China é conseguir terminar com os dois monolugares e fazê-lo nos pontos. Temos feitos algumas paragens que nos têm dado muito confiança. Mal podemos esperar para estar na próxima corrida e tentar continuar com esta forma.”













Gene Haas provou ser um homem muito inteligente. Quis vir para a F1 e veio, mas sem pressas. Planeou tudo com pés e cabeça, negociou tudo o que pôde com uma equipa de ponta (Ferrari), rodeou-se de bons técnicos e de bons pilotos, embora eu ainda tenha dúvidas sobre o real valor de Gutierrez, que, pelo menos, tem alguma experiência. Tudo isto aliado ao facto de não depender de patrocínios, e o resultado está à vista. Não veio para a F1 para lavar dinheiro, nem à procura de lucros fáceis (que não existem), como os senhores da Caterham e da… Ler mais »
O Haas Nunca entrou em nenhuma categoria que não fosse para ganhar. Sempre com um planeamento profissional, atempado e ambicioso, tenho grandes duvidas que o Gutierrez consiga fazer os mesmos resultados que o Grosjean, mas esta equipa mostrou que um projeto bem estruturado pode entrar noutro lugar que não o ultimo do pelotão.
É espantoso como algumas pessoas sabem tanto das equipas, ou pelo menos julgam saber, e fazem afirmações, no mínimo, duvidosas e mal intencionadas. A não ser que estejam a falar das latinhas que patrocinam tudo quanto é desporto, e não só, por esse Mundo fora.
É bom ver uma equipa que não veio só para apresentar um nariz. E ainda por cima chegam e fazem performances estáveis de 5º, 6º ou 7º lugar (temos de contar com os abandonos de Vettel e afins). Mas sem dúvida um exemplo para quem queira entrar na F1 de maneira competitiva.