Em pouco mais de 24 horas a Mercedes preparou-se para receber George Russell na equipa a tempo de substituir Lewis Hamilton no GP de Sakhir. Não é só ir de uma boxe para outra, há um sem número de detalhes que nos passam despercebidos, ou pelo menos à maioria, que tiveram de ser cumpridos, pintar capacetes, fazer fatos, mandá-los de Itália [são feitos na Puma], para o Reino Unido, também para o Bahrein, claro, houve tanta coisa que teve de acontecer em pouco tempo: “Tenho de retribuir tudo isso com o meu melhor desempenho e o meu maior esforço possível” começou por dizer Russell, que não coloca a fasquia alta, apesar de ir guiar para a equipa que ganhou 13 das 15 corridas até agora em 2020: “Do meu lado, não há pressão. Já não guio o simulador da Mercedes há dois anos, tenho muita informação para aprender. E para além disso, enfrentar o Valtteri (Bottas) não vai ser fácil. Estou numa boa posição, mas não coloco qualquer pressão adicional sobre mim. Quero desfrutar da corrida. Este fim-de-semana vai ser para aprender, especialmente na sexta-feira, depois estar concentrado na qualificação, e na corrida de domingo. E se tiver novamente a oportunidade na próxima semana em Abu Dhabi, quem sabe. Isso possa ser mais fácil para mim”.









