GP México F1: Honda surpreendida com a prestação do seu motor
O desempenho da Honda no México foi melhor do que a própria construtora esperava, de acordo com o chefe de projeto de Fórmula 1, Yusuke Hasegawa. A parceira de motor da McLaren decidiu trocar os componentes do motor nos monolugares de Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne, no México, com as respetivas penalizações, porque não esperava ser competitiva, e assim teria um motor mais recente para as duas últimas corridas da temporada no Brasil e Abu Dhabi. Mas a McLaren mostrou um bom ritmo durante todo o fim de semana da Cidade do México, com Alonso em quinto no Q1 e declarando que tinha o melhor carro, antes de terminar em 10º na corrida de domingo.
“O desempenho foi muito melhor do que pensávamos. Antes de chegarmos aqui, achámos que o desempenho do nosso motor era pior do que o das outras equipas e o efeito da alta altitude seria mau. Mas Sakura trabalhou duro para criar um bom ajuste para esta alta altitude, e é por isso que o déficit de potência do motor foi muito menor do que pensávamos. Esta diferença está menor. O desempenho relativo ainda está um pouco atrás, mas pensamos que podemos recuperar”, disse Hasegawa.
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kiotto_9
31 Outubro, 2017 at 10:49
Notou-se pela diferença de velocidade para os outros carros.
Não haja duvidas que o chassi da McLaren é um dos melhores do pelotão, veremos para o ano como vai ser, xomo o chassi irá ser redesenhado para “caber” o motor da Renault, espero que não estraguem o chassi
Chicanalysis
31 Outubro, 2017 at 13:35
Quase de certeza que terão de “estragar” qualquer coisa, e explico porquê.
Todo o projeto de motor da Honda para a McLaren se baseou, não tanto no objetivo de criar o motor mais potente mas sim de conseguir uma arquitetura que possibilitasse ir buscar ganhos suplementares ao nível do chassis. Foi assim que justificaram o conceito zero-size: um motor de menores dimensões permitiria (em teoria) dar mais margem de manobra no design do chassis, ao ponto de uma potência inferior poder ser “coberta” por uma aerodinâmica mais eficiente. Todos sabemos que esse conceito foi abandonado, possivelmente porque se verificou que precisaria de muito mais tempo de desenvolvimento ou porque já atingira o seu limite.
No motor atual, a grande vantagem estaria no centro de gravidade mais baixo e no peso inferior, fatores que a honda se tem gabado de ter atingido mas que de pouco lhe tem servido se a fraca fiabilidade não permite explorar a potência de reserva que ainda é possível extrair do motor. Ou seja, parte da alegada eficiência do atual chassis da Mc só é possível com este motor.
Como pode ver pelas últimas experiências da Renault não é assim tão complicado dar mais cavalos ao motor, o problema é fazê-lo sem rebentar com qualquer coisa.
NOTEAM
31 Outubro, 2017 at 10:54
Que estranho, eu acho que deviam ter vergonha! Que eu saiba, ambos os pilotos partiram para a corrida nos dois últimos lugares da grelha, precisamente por causa de problemas com o motor. No fim da corrida, tanto Alonso e também Vandoorne, porque muita gente por aqui acha que só o Alonso é crítico relativamente à performance da Honda, ambos criticaram fortemente a performance do motor e por isso espanta-me esta felicidade toda.
bi04091707
31 Outubro, 2017 at 12:25
Honda surpreendida? Ou seja, nem sabem bem o que fizeram por acaso teve resultados positivos. Deviam era estar caladinhos.
Para o ano, com motores iguais, teremos Red Bull e McLaren em frente a frente no que a chassis diz respeito.
Chicanalysis
31 Outubro, 2017 at 13:39
Por acaso não é tudo assim tão linear. Tentei mostrar porquê em resposta ao comentário do Kiotto-9.
bi04091707
1 Novembro, 2017 at 19:57
Certo, o comentário é válido. De certeza que a Honda tinha também boas ideias e queria ser diferenciadora. Mas foi a próprio Honda que ficou surpreendida!! Só se fica surpreendido quando não se sabe ao que se vai. – lembrei-me do problema das vibrações ao inicio do ano, algo que não tinham detetado no banco.