No Grande Prémio da Itália, Pierre Gasly tornou-se o primeiro piloto francês a vencer no século XXI na Fórmula 1, após a vitória de Oliver Panis em 1996 no Grande Prémio do Mónaco. Mas, não foi só isto que aconteceu na corrida de domingo.
Pierre Gasly tornou-se o 109º vencedor de um Grande Prémio. Gasly é o décimo piloto a vencer um Grande Prémio a partir da décima posição da grelha de partida.

Já a AlphaTauri vence na mesma pista onde tinha conseguido a sua única vitória em 2008, como Toro Rosso, com Sebastian Vettel.
Carlos Sainz conquistou o seu melhor resultado num Grande Prémio com a segunda posição no Grande Prémio da Itália. Com este segundo lugar de Sainz e o quarto lugar de Lando Norris, a McLaren colocou os seus pilotos nos quatro primeiros em Monza, algo que não acontecia desde 2011.
Lance Stroll conquistou o seu segundo pódio em Grandes Prémios, depois de 2017 no Grande Prémio do Azerbeijão. A Racing Point conquista o primeiro pódio, desde que em 2018 no Grande Prémio do Azerbeijão Sergio Pérez foi ao pódio com o Force India. Por falar em Sergio Pérez, este é o sétimo ano consecutivo a pontuar no circuito de Monza.
Pela primeira vez desde o Grande Prémio da Hungria de 2012, no pódio não está presente um único piloto da Mercedes, da Red Bull Racing ou da Ferrari.

Entre estas três equipas, já se conseguiram 146 vitórias consecutivas desde o Grande Prémio da Austrália de 2013.
Com Valtteri Bottas a ser o melhor da Mercedes, com a quinta posição, a Mercedes não coloca pela primeira vez um piloto no pódio na era turbo-híbrida. Já Lewis Hamilton, com a sétima posição, continua a pontuar: são 41 corridas consecutivas.

Esteban Ocon terminou nos pontos, conseguindo assim a terceira corrida consecutiva a pontuar. Nicholas Latifi igualou o melhor resultado da carreira, com o 11º lugar.
Por fim, uma marca que não deve agradar à Ferrari nem aos seus adeptos, esta é a primeira vez que a Ferrari não termina em Monza desde 1995, quando Jean Alesi e Gehard Berger não terminaram a corrida.










