Embora isso se aplique também às equipas da frente, o GP de Espanha vai ser o barómetro perfeito para se ficar a saber com que contar para as corridas seguintes, pois é em Barcelona que as equipas podem explanar o máximo dos seus carros e quem não andar bem em Barcelona, comparativamente a outras, claro, também não deverá fazer muito melhor daqui para a frente…
Não restam dúvidas a ninguém que Fernando Alonso foi o grande herói da qualificação de ontem da F1, ao colocar o seu McLaren na sétima posição, mas para além do que se passa na frente do pelotão e de que já falámos noutros artigos é atrás do espanhol que se vai desenrolar uma luta interessante, que vai ter frente a frente os homens da Force India, Williams, Haas, Toro Rosso e Renault. Sergio Pérez, que parte de oitavo: “Estou feliz por partir da oitava posição, mas o resultado é um pouco surpreendente depois as dificuldades nos treinos livres. A corrida será longa, mas tenho um novo jogo de pneus, pelo que espero que possamos tirar partido disso na partida”, disse Pérez.
Logo atrás, Felipe Massa, que não tem em Barcelona um circuito fácil para a Williams: “Esperava largar em sétimo que era a melhor posição que poderia largar. Estou motivado e espero alcançar um bom resultado na corrida mas esta pista que não é a ideal para nós, pensando na carga aerodinâmica. Sofremos um pouco em relação a outras equipas, mas estamos na luta”
A ‘ensanduichar’ o Williams do brasileiro está Esteban Ocon, décimo: “Cometi um erro com o DRS e terei perdido cerca de 0.3s, mas com dois carros no top10 isso mostra que somos fortes e consistentes”.
Kevin Magnussen vai arrancar de 11º “Não acho que esta seja pista para nós. É bom ver que as atualizações funcionaram, gostaríamos de algo mais que um ponto, mas isso já seria bom. Espero que a temperatura caia e que o vento atenue pois isso tornaria as coisas um pouco mais fáceis para nós.” Quanto a Carlos Sainz, 12º: “Espero que possamos ter uma boa corrida, tentarei ser agressivo na partida para tentar ganhar posições e a estratégia pode sempre ser um importante fator aqui.”
Já Nico Hülkeberg, 13º revelou que “as condições na qualificação não estiveram a nosso favor, havia muito vento e as temperaturas mais altas tiveram impacto no nosso desempenho aerodinâmico” Quanto a Romain Grosjean, 14º: “Esperava mais, mas o equilíbrio do carro tem sido complicado e o vento torna tudo ainda mais imprevisível. O carro não reage como eu quero e a aderência é baixa”.
Portanto, como se percebe, há pilotos do meio do pelotão que estão prontos a atirar a toalha, mas a verdade é que esta corrida vai ‘dizer’ muito do que poderão ser as próximas e com tantos testes em Barcelona, ou melhor ou o pior dos carros irá vir ao cimo…










