GP Emilia Romagna F1/Imola: Muitas novidades em Imola
O GP Emilia Romagna de F1 que se realiza este fim de semana em Imola pode ser apenas a segunda corrida da época, mas estas três semanas entre o GP do Bahrein e a corrida italiana permitiu às equipas terem realizado muito trabalho de bastidores, pelo que os carros vão surgir na sexta-feira de manhã com muitas pequenas alterações para o primeiro treino.
Para alguns trata-se apenas de introduzir peças que não estiveram prontas a tempo para o Bahrein, sendo a Haas um exemplo de uma equipa que finalizou o seu carro apenas para este fim-de-semana. Mas outras têm algo mais significativo em preparação depois de terem ‘aprendido’ mais sobre os novos regulamentos nas últimas semanas, pós-Bahrein.
As equipas maiores têm geralmente programas de desenvolvimento significativos e é provável que sejam mais ativas nas primeiras corridas antes do foco mudar para 2022. Marcin Budkowski, da Alpine, admite que a sua equipa tem “um pacote de melhoramento bastante significativo” a caminho de Imola, que deverá permitir mais desempenho, e este é apenas um exemplo, pois há muito detalhe técnico a chegar.
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João Pereira
15 Abril, 2021 at 16:21
Curioso… o AS postou há menos de uma semana que este senhor (acho que foi ele) da Alpine, disse que o carro já não tinha por onde evoluir porque devido ao congelamento de regulamentos estavam a trabalhar com uma base com mais de 3 anos, que subentendemos não ser a ideal, como noutras equipas de ponta como RB, Mercedes e ao que parece a Mclaren, e também a Ferrari e Sauber que dependem da recuperação do motor Ferrari, depois da FIA ter injustamente mandado retirar sistemas ilegais de alimentação.
Sinceramente, espero que a Alpine consiga tirar um coelho da cartola. Que a Haas também melhore se bem que tem o Line-up mais fraco, o que não ajuda mesmo nada uma equipa que tecnicamente tem a filosofia da Indycar, que é um chassis Dallara com um motor e todas as peças de construtor que pode comprar, e pior só seria se corresse com um F2, porque pilotos para isso é o que tem. Também quero ver a Aston recuperar a forma que lhe permitiu vencer uma corrida em 2020, mas preferiu deixar partir o piloto que venceu essa corrida, para ir buscar um tetra campeão, que é o único campeão que hoje ninguém percebe como é que isso aconteceu pelo menos tantas vezes, mais valia ter ido buscar o Raikkonen, que esse todos sabemos que desde há uns anos vale mais que Vettel, e provavelmente sempre valeu. A Williams tem que aproveitar Russell da melhor forma possível.
Pelo bem das corridas, acho que todos gostava-mos que todas as equipas tivessem pelo menos um carro nos primeiros 12 a 15 décimos da qualificação. Imaginem lá as corridas de nervos que iriamos ter. WHoooo!