GP Canadá F1, Hamilton: “O carro ainda é fraco em muitas áreas”
Lewis Hamilton mostrou-se mais satisfeito com o seu Mercedes após os primeiros treinos do Grande Prémio do Canadá, mas diz que o carro ainda não está onde devia estar em termos de performance. “O carro parece ter voltado ao normal, mas ainda é fraco em muitas áreas. O Ferrari ainda é o mais rápido e tudo o que faça atualmente não consigo batê-lo”, afirmou o britânico em Montreal.
“Duas décimas é uma boa margem. Vamos ver se conseguimos melhorar, mas parece que ainda faltam décimas sobre décimas. É entusiasmante, mas a posição de partida é tudo, pois entre nós os quatro vai ser muito difícil ultrapassar no domingo”, afirmou Hamilton, o vencedor da corrida canadiana em 2016. James Allison, diretor técnico da Mercedes, admite que o W08 provou o seu valor mas que também os seus pontos francos: “Isto coloca-nos desafios particulares quando quisermos fazer afinações, mas há muito que podemos fazer a curto e médio prazo. Houve alturas em que Lewis passou um mau bocado. Parece que o carro tem falta de aderência, mas nunca é fácil ultrapassar isto, que o faz perder muito tempo. O que o Lewis está a experimentar é o que Valtteri (Bottas) já sentiu em pistas diferentes”.
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MVM
10 Junho, 2017 at 10:23
“O Ferrari ainda é o mais rápido e tudo o que faça atualmente não consigo batê-lo.”
Sim senhor, bela sintaxe.
Speedway
10 Junho, 2017 at 11:26
Se colocarmos o Ferrari e o Mercedes lado a lado constataremos que:
1ª – em termos de sofisticação e detalhe aerodinâmico o Mercedes é de outro campeonato. Esta última versão do Mercedes estreada em Espanha é uma grande exasperação, sinal de que a equipa sente-se, e parece estar, a ser ultrapassada. Resta saber se tanta sofisticação funciona.
2-o Ferrari é mais curto de eixos e mais quadradão, principalmente no nariz. Mais feio se quisermos.
3º-o motor do Ferrari “parece” ser mais potente e fiável que o do Mercedes.
4º- em relação à maneira como tratam os pneus (aspecto fundamental das corridas de hoje), nem é preciso falar…a vantagem vai toda para os lados de Maranello.
Os outros…Red Bull incluida, estão muitos pisos abaixo…o que é ( muito) mau para a F1.
RedDevil
10 Junho, 2017 at 12:23
essa da “sofisticação e detalhe aerodinâmico” é de génio… mesmo para alguém com conhecimentos académicos sobre aerodinâmica, dar “palpites” sobre um F1 sem acesso aos dados de túnel de vento e aos resultados do CFD é muito difícil…
o que devia dizer era que o Mercedes está cheio de “rócócós e berimbaus” que normalmente, em termos de mecânica de flúidos, não resulta muito bem…
Frenando_Afondo™
10 Junho, 2017 at 17:25
Errado, aqueles “rócócós e berimbaus” são exactamente o que funciona na mecânica de fluídos, ajudando a organizar o ar no corpo do monolugar. E nem sou eu que o digo, é Pat Symonds, que é só um dos engenheiros aerodinâmicos mais antigos da F1… Mas se calhar ele não entende nada daquilo, certo?
RedDevil
10 Junho, 2017 at 21:57
podem funcionar bem… ou não… mas uma coisa é certa, funcionem bem ou não, acrescentam drag ao conjunto, e, esse drag pode compensar… ou não… depende de dados e resultados a que não temos acesso, e a “olhómetro”, só quem não percebe nada de aerodinâmica é que pode ter certezas…
PS – não estou a dizer se a aero do Mercedes é boa ou má, o que estou a dizer é que dar opiniões (categóricas) a “olhómetro” sobre a aerodinâmica de um F1 é sinal de uma leviandade técnica. E os tais “rócócós e berimbaus” só vêm acrescentar dificuldade a essa análise devido ao seu potencial para gerar efeitos adversos.