GP Brasil F1: Vettel de regresso aos triunfos
Sebastian Vettel venceu o GP do Brasil de Fórmula 1, batendo Valtteri Bottas por 2.762s numa corrida intensa em que Kimi Raikkonen terminou no lugar mais baixo do pódio, com Lewis Hamilton a menos de um segundo. Cerca de três meses depois do seu triunfo último triunfo, na Hungria, o piloto da Ferrari regressou ao lugar mais alto do pódio, depois de passar Bottas na partida, arrancando daí para uma boa vitória.
Quanto a Hamilton, que partiu do pitlane, chegou a liderar a corrida numa altura em que os primeiros já tinham feito a sua paragem nas boxes, mas ainda assim, uma excelente recuperação do tetracampeão do mundo, que como se sabe, depois do seu acidente na qualificação, partiu do pitlane.
Desta feita os Red Bull estiveram abaixo do esperado, sem andamento para os Mercedes e Ferrari com Max Verstappen e terminar em quinto, mas a 32.940s de Vettel. Apesar de um pião na primeira volta, Daniel Ricciardo terminou em sexto, 15s atrás do seu companheiro de equipa.
A despedir-se do seu público brasileiro, Felipe Massa foi o melhor dos ‘outros’, com um sétimo lugar renhido, com Fernando Alonso e Sergio Pérez à ‘perna’.
Esteban Ocon desistiu pela primeira vez em 27 corridas, mas para isso precisou de ser empurrado, pois Romain Grosjean colidiu com o francês e levou-o para fora de pista.
A primeira volta foi muito atribulada, o safety car teve que entrar em pista, com Stoffel Vandoorne e Kevin Magnussen a ficarem logo pelo caminho.
A encerrar o top 10 ficou Nico Hulkenberg, com Carlos Sainz em 11º, pelo que a Renault não somou muitos pontos na luta com a Toro Rosso, com os homens de Faenza a irem para a última corrida de Abu Dhabi com quatro pontos de avanço.
Pierre Gasly fez uma boa corrida e foi 12º o que é a sua melhor classificação de sempre, ou seja, quatro Grandes Prémios. Logo a seguir ficaram os Sauber de Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein, na frente de Romain Grosjean que com a incidente da primeira volta se atrasou bastante. Lance Stroll teve problemas com os pneus perto do fim da corrida.

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joaopereira1696
12 Novembro, 2017 at 17:49
Uma corrida dentro do esprado, com Vettel a vencer e Bottas segundo e com Hamilton muito bem a aproveitar as oportunidades e a conseguir chegar a quarto, sendo que depois encontrou raikkonen e tendo já os supersoft numa condição que já não era a melhor não conseguiu a ultrapassagem. Penso que a grande desilusão da corrida foram os RedBull. Uma última palavra para Alonso, coitado nunca vi alguém ter tantas vezes o DRS e não conseguir sequer tentar ultrapassar.
Roger M
12 Novembro, 2017 at 17:52
Corrida animada até ao fim, com várias ultrapassagens com o Vettel a levar a vitória. Sim…o Vettel! O tal Piloto “banal” muito desvalorizado por estas bandas. Grande recuperação do Hamilton, que podia ter chegado ao pódio não tivesse queimado a travagem na tentativa de ultrapassagem ao Kimi. Bottas um pouco apagado, comparando com o ritmo de Hamilton. Os Pilotos da Red Bull lá fizeram o que puderam, destacando-se o Ricciardo, com o turbo Renault limitado, tal como outras equipas equipadas com a mesma unidade. Venha a próxima.
Pity
12 Novembro, 2017 at 18:14
Boa largada de Vettel, determinante para uma vitória tranquila. Bottas apagado e Raikkonen a obter mais um pódio, depois do susto antes da largada. Hamilton a fazer um corridão, travado apenas por Raikkonen. Ricciardo também a fazer uma grande recuperação, depois do incidente da largada. Verstappen mais apagado do que o habitual. Bela luta entre Massa, Alonso e Perez. Grosjean a estragar a sua corrida e a de Ocon, e ainda ficou admirado com a penalização! Mas o seu colega de equipa também ficou mal na fotografia…
Muito giro, terem posto o Massinha no rádio, a falar com o pai, assim como toda a festa que lhe fizeram no pódio.
Chicanalysis
12 Novembro, 2017 at 18:44
Corrida morninha.
Bottas a provar não ser merecedor do vice no campeonato, se tivermos em conta que tinha a pole e uma viatura igual ao Hamilton.
Vettel finalmente a usar a cabeça (devia fazê-lo mais vezes) e a colher os frutos.
Motores Renault mais fiáveis mas mais fraquinhos (não se pode ter tudo, não é ?)
ro19071725
13 Novembro, 2017 at 12:17
Não creio que o carro do Bottas fosse igaul ao do Hamilton – houve uma diferença abismal!
Speedway
13 Novembro, 2017 at 0:40
Uma corrida sem grande história em que o Vettell controlou sempre a partir do momento em que saiu na frente, e confirmou o vice campeonato. perante um Bottas demasiado mole, que mais uma vez provou que lhe falta alguma coisa para ser um piloto de topo.
Quanto ao Hamilton só se pode queixar da burrice dos treinos, onde terá deitado provavelmente uma vitória pela janela fora. Acontece aos melhores.
A despedida do Massa, um piloto vulgar que não deixa saudades. Quanto a mim claro.
Frenando_Afondo™
13 Novembro, 2017 at 4:01
Vettel a finalmente ter um consolo (mas foi tudo o carro pilotado pelo Adrian Newey desde a box da RB), Bottas a ser prejudicado pela equipa que queria dar mais uma vitória ao hamilton, obrigando o finlandês a ser ultrapassado por Vettel na primeira curva, assim que foi batido e não mais conseguiu estar perto o suficiente para dar luta (somente após o pit-stop onde saiu logo atrás, mas rapidamente Vettel, ai, Adrian Newey, ganhou nova vantagem sobre este). Raikkonen também parece-me que podia ter feito mais, mas o Adrian Newey só dá para um. Hamilton fantástico, mas mais uma vez foi tudo o monolugar, dizem as lendas que ele foi visto a mexer nos pneus na box do Alonso durante a corrida, logo não podia estar dentro do monolugar.
Verstappen afinal não dá 10 segundos de avanço à concorrência, de quem é a culpa? Se disseram “é da renault!” então acertaram na desculpa oficial da RB. Ricciardo é mediano, logo acabou onde se estava à espera.
Massa acabou em frente a Alonso, uma vergonha como o brasileiro não encostou para deixar passar o seu amigo Alonso, que não conseguiu ultrapassar o charuto com motor superior no seu Mclaren-melhor-chassi-do-mundial com motor inferior.
Depois destes houve outros pilotos que acabaram atrás deles, mas esses não interessam (nobody cares).
Uma nota para os pilotos da Haas que tiveram o dom de estragar a corrida a 3 pilotos em menos de duas voltas. Primeiro foi Magnussen que empurrou Vandoorne e Ricciardo para fora, provavelmente confundido-os com Hulkenberg, então viu tudo vermelho e cá vai guinada de volante. Depois foi Grojean que achou que não tinha de ceder a linha de trajectória e ao perder a traseira, atirou Ocon para fora, mais tarde, como já é apanágio do francês, ele disse “oooooooooooooh what the hell!!! someone touched my rear!!!! stupid!!!” aka “a culpa não foi minha, eu não fiz nada, eu sou um santo, a culpa é toda dos outros, blá blá blá”.
Resumindo: são os dois uns idiotas e não sabem assumir os erros que cometem.
Sr. Dr. HHister
13 Novembro, 2017 at 9:28
O Viking assumiu.
Disse que as corridas são mesmo assim. Vettel concorda.
Pity
13 Novembro, 2017 at 11:57
Isso é que foi inspiração! Diverti-me a ler o seu comentário, até parece que o amigo esteve a ver a corrida pelo francês Canal plus 🙂 Para quem se queixa da Sky, os franceses não se ficam atrás! Então não é que estavam à espera que o Hamilton ganhasse a corrida? Se conseguisse passar o kimi, ia atrás do Bottas, que abriria a porta, para que Hamilton atacasse Vettel e ganhasse a corrida!!!! Como se, com o campeonato no bolso, e o vice ainda não matematicamente entregue, Bottas e Hamilton iam trocar de posição…
Frenando_Afondo™
13 Novembro, 2017 at 16:26
Verdade, mas na SKY também estavam com a mesma teoria, que eu fiquei “???” não haveria razão nenhuma para a Mercedes dizer ao Bottas para deixar passar o Hamilton, tendo em conta que ainda pode na próxima corrida ficar no segundo lugar do mundial.
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13 Novembro, 2017 at 11:02
Apesar de ser fanboy da Ferrari, aquele motor Mercedes é uma maquina quando puxado ao máximo sem limitações.
A onboard daquelas ultrapassagens na ultima curva a entrada do pitlane mostrava toda aquela sensação de velocidade e poder mostro. Fez-me lembrar alguns vídeos da F1 de antigamente quando pelas filmagens se notava toda a potencia dos carros e isso era o suficiente para o espectáculo. Fantástico parecia um filme de Hollywood.