GP Austrália F1: Williams admite défice de performance após fim de semana difícil

Por a 8 Março 2026 12:10

A Williams saiu de Melbourne sem pontos e com a confirmação de que o FW48 está, nesta fase, longe do patamar desejado. Problemas de fiabilidade encurtaram tempo de pista a Alex Albon e Carlos Sainz em todas as sessões, num cenário que o diretor de equipa, James Vowles, classificou como “um fim de semana desafiante, mas com aprendizagens importantes” para compreender o carro e preparar as próximas provas.

Vowles reconheceu que a equipa “não está a performar ao nível que queria”, apontando um plano “agressivo” de desenvolvimento para atacar um défice claro de performance. O responsável acrescentou que, apesar de ambos os carros terem chegado ao fim da corrida, “ficou performance em cima da mesa” devido a pequenos problemas que continuam a ser “expurgados” e que serão alvo de revisão antes de Xangai.

Carro pesado, com pouca carga aerodinâmica e degradação acentuada

Alex Albon, 12º classificado, descreveu a prova como “uma corrida longa” em que a Williams se encontra “em terra de ninguém, sem lutar verdadeiramente com o meio do pelotão”. O tailandês admitiu que a estratégia foi bem executada, mas sublinhou que “falta andamento” e que os dados de corrida tornam “óbvio” que o carro está acima do peso ideal, “não produz carga aerodinâmica suficiente” e sofre de ‘graining’ pronunciado, sobretudo com os pneus duros.

Albon realçou, contudo, que a equipa sabe “onde pode encontrar tempo por volta” e que existe um plano de trabalho intenso para encurtar a diferença, valorizando como positivo o facto de ter somado quilometragem e superado algumas das falhas de fiabilidade sentidas em sessões anteriores. O objetivo passa agora por aplicar as lições de Melbourne já na próxima ronda, em Xangai.

Sainz fala em “teste em corrida” e problema recorrente na asa dianteira

Carlos Sainz terminou em 15.º, no fim de um fim de semana que classificou como “duro”, com “demasiados problemas em todas as sessões”. O espanhol referiu que ainda conseguiu um “excelente arranque”, subindo a P12 nas voltas iniciais, mas explicou que um problema na asa dianteira lhe retirou equilíbrio aerodinâmico, provocando forte subviragem e degradação massiva dos pneus.

A partir daí, Sainz admitiu que a corrida “se tornou numa sessão de testes”, assumindo que a questão da asa dianteira “não é nova” e que a equipa tem de a resolver rapidamente para melhorar a curto prazo. O piloto garantiu, no entanto, confiar na capacidade da Williams para “montar um bom plano” e inverter gradualmente o rumo, alinhando com Vowles na ideia de que cada Grande Prémio será “mais um passo” na recuperação.

FOTO MPSA Agency

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