George Russell vê Mercedes “num bom ponto”, mas alerta para “enormes incógnitas” na nova F1

Por a 5 Março 2026 12:28

George Russell diz que a Mercedes chega ao GP da Austrália com sinais encorajadores após “uma pré-época muito melhor” do que a vivida nos últimos quatro anos, embora sublinhe que a primeira corrida do novo ciclo regulamentar está marcada por uma grande dose de incerteza.

O britânico afirma que, para já, não surgiram “grandes preocupações” no carro, com boa correlação entre pista, simulador e expectativas internas — um ponto que, segundo o piloto, falhou repetidamente no passado recente da equipa.

Pré-época mais sólida e moral em alta na Mercedes

Russell descreve um ambiente diferente em Brackley, atribuindo a mudança sobretudo ao facto de o monolugar se comportar como o previsto. “Não há itens no carro que nos tenham causado grande preocupação. Tudo está a funcionar como esperado”, afirmou. O piloto acrescenta que ele e o companheiro de equipa ficaram satisfeitos com o comportamento do carro desde os primeiros quilómetros e que “o motor parece forte”, ainda que algumas equipas rivais tenham surpreendido pela potência das suas unidades.

Favoritismo não altera abordagem

Apesar de vários adversários e analistas apontarem a Mercedes como candidata ao título, Russell desvaloriza o ruído externo. “Tomamos isso como um elogio”, admitiu, antes de reforçar: “quando o capacete está posto e a viseira desce, estás a fundo e não pensas nesse barulho adicional”.

“Tudo ficou mais complicado”: os desafios do primeiro Grande Prémio

O piloto alerta para “uma enorme quantidade” de incógnitas na abordagem ao primeiro fim de semana, destacando as discussões em torno das partidas como um tema “difícil”. Russell avisa que pequenos erros podem ter impacto imediato e que já não há margem para relaxar em corrida, qualificação ou paragens nas boxes, porque “coisas que eram bastante simples agora são muito complicadas”.

Calendário longo e foco na evolução

Russell recusa leituras definitivas a partir de Melbourne e lembra que a temporada tem 24 corridas. “Melbourne não vai definir a época”, disse, defendendo que, para lutar pelo campeonato, será essencial continuar a desenvolver o pacote ao longo de meses em que a taxa de evolução deverá ser particularmente elevada.

Médio Oriente: confiança na F1 e na FIA

Questionado sobre a realização das provas no Bahrein e na Arábia Saudita, Russell afirmou que os pilotos confiam na Fórmula 1 e na FIA para tomarem “a decisão certa”, sublinhando que a situação pode mudar diariamente e que ainda faltam “quatro ou cinco semanas”. “Se não formos, tenho a certeza de que existem planos B”, acrescentou.

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