O Grande Prémio da Austrália – 18 a 20 de março – será a ronda de abertura do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2016. Mas, a par disso, esta será a corrida de estreia da Haas F1 Team na modalidade.
A dupla de pilotos, Romain Grosjean e Esteban Gutierrez, há muito que é conhecida e o monolugar será revelado na manhã de 22 de fevereiro, primeiro dia dos primeiros testes de pré-temporada.
A expetativa em relação àquilo que a equipa norte-americana poderá vir a fazer é grande, mas o patrão da equipa, Gene Haas, mostra-se ciente das dificuldades. “Vamos para esta festa sem realmente saber como é, (…) mas não há nada como estar lá. Essa vai ser a nossa experiência. Acho que estamos preparados e que nos vamos sair bem, mas na verdade tem de se estar lá para aprender. Tenho a certeza que vamos cometer toneladas de erros, mas vamos corrigir esses erros e estar melhor preparados a cada corrida”, afirmou.
Haas tem também 2017 já no horizonte. “Depois de completarmos as 21 corridas deste ano, deixaremos um ano inteiro para trás e o nosso caderno estará cheio de coisas que precisamos de fazer. Depois disso vamos sair-nos melhor.”










O que é preciso é que esta equipa americana se mantenha por muitos anos na F1 e ganhe raízes. As poucas equipas americanas que passaram pela F1 fizeram-no por pouco tempo, essencialmente devido aos elevados custos que a disciplina sempre acarretou. Mas deixaram marcas. A F1 sempre foi muito cara e para se ganhar mais cara ainda se torna. Os americanos não foram assim tão mal sucedidos como muitos julgam : por exemplo a Shadow que teve uma linha de carros fabulosos na Can Am e depois na F1, carros avançadissimos tecnicamente, a Penske igualmente com modelos belíssimos e vencedores… Ler mais »
Subscrevo inteiramente. As participações americanas sempre se pautaram pelo fracasso pela falta de continuidade. Na Formula 1 não se ganha ao 2 º ou 3 º ano. Claro que nos anos 70 era diferente. Pegando no seu exemplo a Penske que fez uma grande corrida com Watson em 76 em Zeltweg. Mas nunca mais se viram…Só ao fim de anos de experiência se chega lá. Ainda nos anos setenta o melhor exemplo é o da Williams, que só ganhou em 79 depois de muitos anos de tentativas, com o Jones e Regazzoni e o FW 07 o melhor carro daquele… Ler mais »
Don Nichols, Parnelli Jones e Roger Penske, vieram para a F1 por paixão, o problema é que a F1 não tem qualquer retorno nos EUA, se comparada com as “corridas de quadrigas” que por lá se fazem, e paixão por si só, é coisa que deixa rombos enormes nos orçamentos.´ É verdade que qualquer das suas equipas tiveram bons momentos na F1, com destaque para a vitória da Penske em 76 em Zeltweg (hoje Red Bull Ring) que custou a barba ao John Watson, numa altura em que o patrão já fazia contas à vida. O caso da Parnelli, teve… Ler mais »