As equipas têm que cumprir em 2022, o limite máximo de 140 milhões de dólares de orçamento, menos 5 milhões que em 2021. No próximo ano o limite volta a baixar 5 milhões de dólares.
Toto Wolff levantou a questão da dificuldade da Mercedes – e deverá ocorrer o mesmo nas maiores equipas com mais meios e pessoal – em operar da melhor forma com a descida do limite máximo do orçamento, juntando a isso o aumento da inflação no Reino Unido, não permitindo à equipa aumentar os gastos com salários, por exemplo.
“Tem sido muito, muito difícil estruturar a empresa e a organização da forma correta para cumprir o limite máximo de 140 milhões de dólares”, disse Wolff ao Motorsport.com. “Também num ambiente de inflação elevada, não só estamos a reduzir em 5 milhões de dólares, como temos uma situação em que não é possível aumentar realmente os custos e a folha de salários. Por isso, isso é extremamente doloroso. E, por outro lado, temos de decidir muito cuidadosamente onde investir o dinheiro em pesquisa e desenvolvimento. No passado, era um pouco mais fácil porque se podia seguir vários caminhos para descobrir mais desempenho”.
Para Wolff, “como tudo está planeado, cada atualização e os seus custos relacionados são planeados, e por isso estamos muito mais limitados com o limite orçamental na nossa capacidade de implementar o processo criativo no carro”.
Ainda em janeiro, Laurent Mekies da Ferrari disse que, “aqueles que estiverem atrasados no início [da temporada] conseguirão pagar no máximo duas ou três atualizações para recuperar”.












