A questão ficou agora clara em Baku, quando durante o GP da Europa de F1 tanto Lewis Hamilton como Kimi Raikkonen tiveram problemas técnicos nos seus carros, e bastavam algumas palavras das boxes para se resolverem os problemas, mas com as novas regras que impedem agora que determinados assuntos sejam debatidos entre piloto e engenheiro eis que Toto Wolff já veio a público dizer que o que se passou deixou claro que a regra tem que ser revista. É lógico que o que sucedeu até ao ano passado, e especialmente depois da entrada na nova era das unidades motrizes híbridas era demais, quase que um engenheiro pilotava o carro pelo piloto, mas ter dois pilotos com problemas técnicos e ouvir o engenheiro a dizer para o seu piloto, passe o exagero e fique a ideia: “Sei qual é o problema, e como resolvê-lo, mas não te digo porque a FIA não quer” é demais.
Para além disso há a questão da segurança, pois a Mercedes revelou que o problema poderia ter custado a Hamilton 0.2s por volta, portanto em dez voltas perderia dois segundos, mas quando se olha para os tempos percebe-se que Hamilton perdeu muito mais do que isso, e logicamente tudo o resto é atribuído à desconcentração do piloto que perdeu foco a fazer outras coisas que não a pilotagem. No total a Mercedes atribui dois segundos com o problema e Hamilton perde pelo menos 12 segundos, o que significa que perdeu 10 com a desconcentração. É mau para o espetáculo…










