É um tema recorrente na Fórmula 1 pós limite orçamental. Para baixar custos, as equipas têm menos tempo dedicado a testes em pista, optando pelos simuladores e tecnologia CFD para experimentarem novas peças. No entanto, alguns pilotos já acusaram a falta de tempo em pista para as lentas adaptações a novos monolugares. Já aconteceu com Daniel Ricciardo e agora Sergio Perez.
“Temos de ter isso em conta, o facto de ter chegado a uma filosofia de carro muito diferente que tinha conduzido durante toda a minha carreira”, disse Perez, que já tinha dito que a unidade motriz da Honda também obrigou a uma condução diferente daquela que tinha. “Por isso penso que, nesse aspecto, foi uma adaptação lenta, mas sim, apenas um carro muito diferente, um motor muito diferente, portanto, muitas coisas a aprender com uma nova equipa e, basicamente, sem testes. Antes da primeira corrida, tive um dia e meio. Mas o dia inteiro foi apenas para experimentar aerodinâmica. Por isso, não fiz nada antes da primeira corrida”.
Também a redução de 90 minutos das sessões de treinos livres dos GP para 60 minutos, dificulta a tarefa aos pilotos.
“Penso que a quantidade limitada de testes, a quantidade limitada de treinos livres teve impacto, porque cada circuito é diferente. Por isso, sendo um carro tão diferente, provavelmente tornou-se um pouco mais difícil. Não estou sozinho. Acho que já vimos outros pilotos muito bons lutarem para se porem em cima dos seus carros”.











