A controversa asa traseira do Mercedes de Lewis Hamilton marcou o GP do Brasil e deverá continuar a ser tema de conversa. Martin Brundle, antigo piloto de F1 e atual comentador na Sky Sports, escreveu, na sua coluna de opinião semanal na Sky, que a desculpa que a transgressão não afetava o desempenho em pista não deve servir para o piloto não ser penalizado, como defendeu a Mercedes, como aconteceu com a Aston Martin na Hungria.
“Na Fórmula 1, não se pode ter zonas cinzentas nos regulamentos técnicos, caso contrário, perdemo-nos com normas e questões”, escreveu Brundle na sua coluna para a Sky Sports. “A Aston Martin descobriu isso da maneira mais difícil quando faltava apenas uma pequena amostra de combustível no final do GP da Hungria – foram simplesmente eliminados. E a desculpa de que qualquer transgressão não afetava o desempenho na pista, simplesmente não resultou ao abrigo dos regulamentos. Lewis conquistou confortavelmente o primeiro lugar para a Sprint até ser desqualificado por uma medição da asa traseira fora das regras. Essa asa permaneceu confiscada durante o resto do fim de semana até ao final de qualquer tempo de recurso como prova, e por isso foi difícil saber exatamente porquê ou como se chegou a transgredir as medições do modelo”.












Pedir opinião ao Brundle sobre esta ocorrência, envolvendo o Vertappen e o Hamilton? É quase como perguntar um opinião imparcial, sobre o comportamento do filho. O Verstappen deveria ter sido punido em pista, agora é tarde para isso. Tanto o Verstappen poderá criticar decisões dos Stewarts mais levianas com o Hamilton, como vice versa. Deixem-nos correr.
Leu a notícia??? Claramente não, esta notícia não refere o episódio Verstappen e Hamilton. Brundle é a favor da desqualificação do “filho” no caso da asa traseira, veja lá bem.
Uma palhaçada num campeonato manchado por benefícios, com fechar de olhos a muita coisa…. Interesses… Nojento isto não é competição. Pro ano se a Ferrari tiver algo que faça a diferença para os adversários sempre quero ver o que dizem estes 2… A menos que seja logo punida á nascença, como sempre conhece…
É verdade pá, o campeonato desde o inícioe stá a ser entregue à RB e a Max. Uma vergonha pá.
“Essa asa permaneceu confiscada durante o resto do fim de semana até ao final de qualquer tempo de recurso como prova, e por isso foi difícil saber exatamente porquê ou como se chegou a transgredir as medições do modelo”. Gostava de saber porque a FIA não libertou a asa mais cedo, o próprio Wolff queixou-se que a FIA impediu a Mercedes de perceber, antes da corrida, o que tinha acontecido para a asa não passar o teste. Afinal se aquela asa tinha um defeito, todas podiam ter e Wolff queria ter a certeza, mas a FIA não deixou. E depois… Ler mais »
A asa tinha o “defeito” de se adaptar à posição inclinada do aileron, com ângulo de ataque positivo, quando a suspensão traseira baixa. Mas para a sustentação ser neutra ,o drs tinha de abrir mais para o flap ficar direito, com arrasto desprezável, evitando a sustentação positiva, que faz o carro levantar e ficar instável. (o que aconteceu na longa reta do México).
Só dum lado e 0,2mm? Esquisito, não acha?