Fórmula 1 cresce fortemente nos EUA: recordes batidos todos os (últimos) anos

Por a 12 Maio 2022 11:53

A Fórmula 1 está a crescer muito nos Estados Unidos da América do Norte e este Grande Prémio de Miami só o veio confirmar. Foi batido o recorde da maior audiência de sempre numa corrida realizada nos EUA desde que a F1 voltou a ser transmitida na ESPN em 2018.

O Grande Prémio de Miami teve uma audiência média de 2,6 milhões de pessoas, números que comparados com os da NASCAR, a forma mais popular de desporto automóvel nos EUA, que se realizou no mesmo dia com as Darlington 400, e que atraiu uma audiência de 2,614 milhões de espectadores. A NASCAR perder para a F1 nos EUA é uma novidade absoluta.

Segundo dados postos a circular, uma média de 735.000 pessoas entre os 18-49 anos de idade assistiram ao Grande Prémio de Miami, e para quem mede audiências, este é o segmento chave, o que verdadeiramente importa aos anunciantes.

Para termo de comparação, o GP dos EUA do ano passado atraiu uma audiência média de 1,2 milhões de espectadores, a mais vista nos EUA em 2021. A corrida de Miami teve 2.6 milhões. A audiência média nos EUA para as corridas de F1 em 2020 foi de 609.000 espectadores, cresceu para 949.000 espectadores em 2021. Este ano, até aqui está nos 1,4 milhões. Bons sinais…

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5 comentários

  1. Speedway

    12 Maio, 2022 at 13:22

    Um pouco de História :
    nos anos 70 e 80 os F USAC ou Indy eram mais rápidos 2 segundos por media que um F1, num circuito tipo Brands Hatch ou Silverstone, ou seja jogando na casa do adversário !. embora o nível dos pilotos fosse inferior. ( tinham 1000cv c/ turbo o dobro dos F1, mas mais pesados)
    .Depois as divisões entre ChampCar e IRL acabaram numa guerra civil em que ambos perderam.. e a F1 ganhou !
    Hoje ( desde há 20 anos !), os Indy cars são italianos, (Dallara, que domina o mercado formula há muito), algo barrocos de aspecto, e com perfomances congeladas.
    (240 milhas + -). Não fazem sombra à F1-
    O Ecclestone sempre norteou a sua politica por isso. E teve êxito.
    Se a F1 finalmente pega lá, não se sabe. Os americanos (os antigos), gostavam só de coisas deles.
    Os números são bons,mas infelizmente… a sociedade lá também é diferente do que era há décadas .( bem pior)., porque a América está em empobrecimento.
    Muitas incertezas.

    • Não me chateies

      12 Maio, 2022 at 14:09

      Se fores comparar as velocidades em indianápolis, os actuais indycar são mais lentos que carros de há quase 25 anos atrás.

    • Ri04071736

      12 Maio, 2022 at 14:51

      s números são bons,mas infelizmente… a sociedade lá também é diferente do que era há décadas .( bem pior)., porque a América está em empobrecimento” Como assim?

    • jo baue

      13 Maio, 2022 at 10:43

      Os carros da USAC eram rapidíssimos e tinham então pilotos que nada deviam aos da F1, mas criou-se a ideia errada que eram globalmente superiores aos F1 após a vinda a Inglaterra em 78, o que não é bem verdade. Para já, nunca correram no traçado da F1 em Brands Hatch.Em Silverstone sim, e a pole foi + rápida que a do GP de F1 por um pouco + de meio segundo, só que as pessoas esquecem-se que anteriormente e no mesmo ano, na corrida extra-campeonato no mesmo circuito, a pole do Peterson no Lotus foi superior à do Parnelli. Além de que só 6 carros da USAC se teriam qualificado para o GP de F1, tal era diferença entre os carros americanos ( 2 segundos entre a pole e o 2º, e o último quase a 20…)

  2. simiao jms

    12 Maio, 2022 at 14:56

    Então não surge uma foto dum Mercedes?… Claro nunca tem estado á frente….

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