Os erros estratégicos, os erros não forçados de pilotos e a falta de um carro competitivo resultam no facto da Ferrari não vencer o título de construtor na Fórmula 1 desde 2008.
Frédéric Vasseur substituiu Mattia Binotto para o início da temporada atual, mas tem um desafio enorme pela frente. O chefe de equipa da Scuderia foi entrevistado recentemente por Tom Clarkson para o episódio mais recente do podcast ‘Beyond the Grid’, onde abordou a sua saída da Sauber/Alfa Romeo para uma das maiores equipas do pelotão e sobre as diferenças de liderar as duas estruturas. Falou de cultura de equipa, das expectativas dos fãs e até dos atributos necessários para estar a gerir uma histórica equipa como a Ferrari.
Durante a entrevista, Tom Clarkson questionou Vasseur sobre se Enzo Ferrari “estivesse vivo hoje e lhe pudesse fazer uma pergunta, qual seria?” Frédéric Vasseur respondeu: “Está orgulhoso do que a Ferrari é hoje?”, acrescentando que não tem a certeza do que Ferrari diria, mas que “como piloto, gostaria de ter melhores resultados e de se concentrar mais no desempenho. Como empresário, penso que estaria muito satisfeito com a atual imagem da Ferrari em todo o mundo”, disse.
Vasseur disse ainda, durante a conversa de quase 45 minutos publicada ontem, que “como líder de equipa, gosto de dizer que temos que fazer melhor amanhã do que hoje, não quero ter uma perspetiva a longo prazo”.











