F1, Toto Wolff: “Pedidos irrealistas à Pirelli…”

Por a 1 Setembro 2020 11:58

O chefe de equipa da Mercedes Toto Wolff acredita que estão a ser feitos pedidos irrealistas à Pirelli, em relação aos pneus para 2022.

Ao motorsport.com, Wolff afirmou: “A tarefa da Pirelli não é simples, porque temos mais carga aerodinâmica nos monolugares. Seria muito bom se eles conseguissem pneus que todos ficassem felizes, mas isso é um pedido irrealista”.

“Um pneu que tivesse muita aderência e que durasse 50% de uma corrida era ótimo para os pilotos, mas não tenho certeza de que isso seria interessante para o espetáculo”, concluiu Wolff.

24 comentários

  1. forcemoi

    1 Setembro, 2020 at 12:01

    Sim, até porque trabalho já eles têm ao tentar manter sempre as misturas e pressões adequadas à Mercedes oficial !!!

  2. Manuel Gonçalves

    1 Setembro, 2020 at 12:08

    Queres mais mama tá visto… Depois dizes que a Ferrari faz falta ao desporto… Cínico de merda. Ainda há quem leve isto a sério.

  3. Roger M

    1 Setembro, 2020 at 12:34

    Em vez de a FIA andar a banir tudo e mais alguma coisa. Deviam era propor um limite máximo de cavalagem da unidade motriz e tornar a composição dos compostos da Pirelli, uma incerteza para as equipas, tendo as mesmas apenas conhecimento dos mesmos no dia de treinos livres. Viamos logo as equipas em pista nos dias de treinos, e muita mais imprevisibilidade nas corridas.

    • inoferreira

      1 Setembro, 2020 at 13:45

      Essa da limitação de cavalos é a tua melhor ideia de sempre, ou seja o pináculo do desporto automóvel ía ser uma espécie de Indicar ou NASCAR, em que uma equipa não podia ter um motor melhor que a outra, não me lembro de defenderes essa ideia quando a Ferrari dispos daquele super motor (ilegal) dizias que a equipa de Maranello tinha trabalhado melhor.

      E esse limite máximo de cavalagem era com base nos cavalos atuais da unidade da Mercedes ou da Ferrari, (não podia ser com base na unidade da Mercedes pois a Ferrari não consegue lá chegar) não é?

      Acho que a melhor opção era lastrar os carros, assim até a Williams ou Hass podia ganhar, mas e melhor não pois essas não são as nossas equipas……cabecinha pensadora.

      • Roger M

        1 Setembro, 2020 at 13:59

        Entendes alguma coisa de mecânica automóvel ao menos? A experiência que tens deve ser a por a corrente na tua bicicleta. Muitas empresas que fazem mapeamentos de motor fazem as leituras em CV e KW, sendo os mesmos medidos nas rodas, diferente da potencia medida do motor ao volante do motor. A F1 por exemplo poderia controlar a potência dos carros no veio de transmissão, que antecede ao diferencial e às rodas.

        • inoferreira

          1 Setembro, 2020 at 14:21

          Envia o teu CV para a FIA, pois és um gênio, as esqueceste-te de dizer porque não defendes-te isso quando a Ferrari tinha o tal super motor, és muito entendido mas é a desviar a conversa

          • Roger M

            1 Setembro, 2020 at 22:12

            Deste o exemplo da Ferrari. Por exemplo, nesse caso…a FIA não tinha andado aos papeis como andou, e sem as dicas da Red Bull e Mercedes, dificilmente apanhavam a artimanha. Se fizessem como disse, no veio de transmissão não haveria como enganar facilmente, pois no veio de transmissão tem a leitura da “potência real” que está a chegar às rodas, providas da MGU-K e MGU-H. Muitos mais simples que andar a controlar os fluxos de combustível, libertação de potência por parte das baterias, o consumo de óleo, ou a velocidade em GPS.

      • Korpios

        1 Setembro, 2020 at 14:27

        Ino Ino nao sejas burro homem. Toda a gente sabe que a PU da Mercedes este ano esta na zona cinzenta como a Ferrari do antepassado nao uses palas amigo.
        Isto dos modos de motor ainda vai dar que falar 🙂

        • inoferreira

          1 Setembro, 2020 at 16:12

          Ouve lá, mas eu insultei alguém, mania de se armarem em palhaços (ou neste caso, burros) eu só não percebo é como um grande número de foristas aqui no burgo sabem tudo mas a FIA e as outras equipas (devem ser todos burros) não sabem nada, com tanta mente brilhante pergunto, como é possível este país estar como está com tantas mentes brilhantes.

          É verdade quando for a Penafiel trago-te uns Ray Ban

          • Korpios

            1 Setembro, 2020 at 22:34

            Ui que ofendido. Nao trates os outros como estupidos.

    • Andre Mota

      1 Setembro, 2020 at 13:51

      Transformar a F1 numa lotaria de pneus é algo que deve interessar imenso às equipas…

      • Roger M

        1 Setembro, 2020 at 21:06

        Mas aos adeptos sim. Basta ver como foi valorizado pelos adeptos o último GP em Silverstone.

  4. jose melo

    1 Setembro, 2020 at 12:38

    Obrigado Totto. Não pelo que dizes, mas pelo que provocas.

  5. Murray Walker

    1 Setembro, 2020 at 13:27

    A solução para apimentar as corridas, talvez tenha de passar pela alteração das regras, para a obrigatoriedade de utilizar os 3 compostos durante a corrida.

    Provocaria menos desgastes dos pneus.

    Os pilotos não teriam de gerir tanto o desgaste e poderiam atacar mais.

    Abria todo um novo leque de estratégias e contra-estratégias super interessantes

    Como por cada paragem nas boxes está associado um risco de algo correr mal. Juntava-se ainda um factor extra de imprevisibilidade.

    Seria uma alteração fácil de implementar e sem praticamente custos acrescidos.-

    • Roger M

      1 Setembro, 2020 at 13:47

      Sem custos acrescidos? Pense bem…compostos mais macios…mais compostos necessários para as sessões de treinos…mais pneus a ser fabricados…mais desperdícios. No panorama atual, para haver mais lutas em pistas…o controlo do fluxo de combustível, é o que tem limitado mais os Pilotos a atacar. Por isso defendo um tecto de potência máximo sem qualquer controlo ao fluxo de combustível ou modos de potência, e até às “maroscas” e truques das unidades de potência.

      • Murray Walker

        1 Setembro, 2020 at 14:22

        Porquê mais compostos ou mais pneus necessários, se apenas se irá utilizar mais um jogo de pneus? Ainda para mais com a tendência para os fins de semana serem reduzidos a 2 dias.

        Os jogos de pneus atuais chegam e sobram para implementar esta medida.

        controlo de fluxo de combustível é um não assunto. As equipas nem o utilizam a 100% em todas as voltas.

        • Roger M

          1 Setembro, 2020 at 21:50

          O fluxo de combustível é um não assunto? Veja por onde anda a Ferrari, após controlarem-lhes melhor o fluxo de combustível e consumo de óleo.

          • Murray Walker

            1 Setembro, 2020 at 22:30

            Existem regras. Misturar batotices com regras, é conversa de parolos.

    • Korpios

      1 Setembro, 2020 at 14:30

      Facam dois pneus macios super rapidos por meia duzia de voltas e um pneu que dure 50% da corrida mas que seja 1.5 2s mais lento. Ainda vais ver o que é F1.
      Meter um pneu macio que dura 8 a 10 voltas e que seja 1.5 2s mas rapido que o pneu que dura 50% da corrida isso para as ultimas 10 voltas seria TOP!

    • dematos-armindogmail-com

      1 Setembro, 2020 at 16:05

      E se a Fia liberalizasse totalmente a questao dos pneus? nao e assim com motores e combustiveis? estou crente qua F1 saía ganhar. mas…………….!!!!!

    • *RPMS*

      1 Setembro, 2020 at 16:21

      Até podia ser uma ideia interessante!

      Cumprimentos

    • MLS

      1 Setembro, 2020 at 22:27

      Ser obrigatório a parar certo número de vezes é como usar DRS nas ultrapassagens, a “coisa” vais ficar muito fake.
      Ir para as pistas com uma gama de pneus dura, é absolutamente normal uma paragem chegar.
      É preciso e colocar nos GP pneus de gama mais soft, para criar aquela duvida se vale a pena ir a poupar pneu ou ir a fundo para uma nova paragem.
      Obrigar a parar mais vezes pouca coisa muda, à que tornar as coisas mais naturas.

      • Murray Walker

        1 Setembro, 2020 at 23:26

        Discordo. Entre parar obrigatoriamente uma vez e parar obrigatoriamente duas vezes, não fica mais “fake”.

        Mas abre logo uma imensidão de estratégias. Sobretudo se os pneus não forem demasiados macios.

        Se tivermos pneus demasiado macios, as equipas vão dividir os turnos pela vida útil dos pneus.

        Se por outro lado tivermos pneus de gama mais dura, que possam fazer sem problemas metade de um grande prémio, óbviamente com diferença de 0,7 a 1 segundo entre compostos. As equipas deixam de estar limitadas pela vida útil do pneu.

        Isso provavelmente traria turnos muito dispares em números de voltas. Consoante a posição e necessidade de cada piloto. Isto iria seguramente baralhar as coisas.

        Eu que até me considero conservador em tudo que seja grandes mexidas nas regras para baralhar a coisa, não acharia esta obrigatoriedade de utillização dos 3 compostos demasiado “fake”.

  6. Frenando_Afondo™

    1 Setembro, 2020 at 18:42

    Lá está o Toto Wolff *inserir insulto encapotado ou teoria da conspiração aqui.

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