F1, Toto Wolff: “No seu auge, o Bernie foi brilhante”
Toto Wolff analisou o primeiro ano da Liberty Media à frente da Fórmula 1. O líder da Mercedes revelou, ainda, que, no geral, gostou do trabalho de Bernie Ecclestone.
“É sempre fácil criticar a partir das bancadas, mas tomar decisões nem sempre o é. No entanto, na minha opinião, nem todas as decisões foram positivas”, disse Wolff ao jornal Stuttgarter Nachrichten, antes de falar das novas corridas: “Espero que vejamos algo como Nova Iorque, São Francisco, Miami ou uma atraente corrida europeia ou asiática. Espero ver isso no segundo ano, só depois será justo julgar a Liberty”.
“No seu auge, o Bernie foi brilhante ao lidar com um grande problema. Se ele ia a um governo e dizia que sonhava com um Grande Prémio de Singapura, a prova passava a acontecer. A administração atual deve mostrar que isso também pode ser feito. Agora que o Bernie saiu, a Liberty está a lutar com o problema de que, de repente, há uma associação de promotores para os circuitos. Todos querem renegociar o seu acordo”, terminou Wolff.
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João Pereira
16 Março, 2018 at 18:45
Ok! Bernie no seu auge foi brilhante, e isso é algo que a maioria não consegue, o que todos conseguimos, é ficar gágá. O que me espanta, é que o velhote, mesmo depois de gágá, ainda conseguiu vender uma valente “batata quente” à Liberty, por uma ainda mais valente “pipa de massa”.
Não se riam! É que se a Liberty não souber gerir a coisa como deve ser, a coisa começa a baixar de nível, e em vez de F1, ficam sem Ferrari e sem Mercedes, e o mais grave, é que nós também ficamos sem F1, porque sem construtores e sem tecnologia de ponta, todos vamos assistir ao triunfo da Fe sobre a F1, todos nós, os grandes fans de corridas de circuito (não estou a falar de fans de marcas ou equipas), vamos perder o grande ícone, porque a Liberty não consegue recuperar o seu enorme investimento e vai à falência, arrastando a F1 e também as categorias satélites.
Jean Todt dá uma no cravo, e outra na ferradura, como sempre foi o seu costume de “manhoso” a puxar a brasa à sua sardinha, mas apesar de ele mandar uma farpa à Ferrari com a história do veto, o que é certo é que permite que a Scuderia faça mais de metade do budget à conta da partilha de Royalties, enquanto alguns nem recebem para pagar os motores cliente (leia-se motores de m****) à mesma Ferrari.
Lamentei que Todt tivesse sido eleito em detrimento de Vatanen, mas hoje em dia, acho que Vatanen é demasiado diplomata (leia-se bom rapaz). Depois de tudo o que Todt tem permitido, acho que a FIA precisa de Niki Lauda, o único homem que conheço com conhecimento de corridas e paixão como poucos, para além de não entrar em negociatas “maradas” contra aquilo que representa.
Não tenho dúvidas, que com Lauda haveria uma gestão honesta (porque apaixonada) dos interesses de tudo o que tem a ver com automóveis, principalmente no que toca ao desporto. Um homem que vive com duas paixões e ambas motorizadas: Automóveis e Aviões. Tinha eu 11 anos quando ele começou a aparecer, já tive um ódio de estimação por ele, e cada vez o admiro mais, sempre me mereceu o maior respeito, e tenho a certeza de que a FIA precisa absolutamente dele, o homem com a força de carácter que precisamos (os e as que gostamos de automóveis à séria), mesmo que por vezes ele seja detestável.
O ideal seria Lauda a mandar nas corridas de circuito, e Vatanen nas de estrada, o presidente da FIA até podia ser o Emir Mohammed Bin Sulayem (que também gosta muito de corridas) ou outro qualquer desde que respeitasse o que Lauda e Vatanen lhe dissessem no que toca ás corridas. Ah! Nasser Al-Attiyah também poderia ser um bom dirigente da FIA.
PS – As pessoas que sugiro, tenho a certeza de que são apaixonadas por corridas, e são incorruptíveis.