Reset, foi o que tentou fazer a Mercedes em relação ao W14, que provou não ser competitivo e não oferecer à equipa alemã condições de lutar pelo título. Além da reestruturação interna, a equipa liderada por Toto Wolff apresentou no Mónaco – devia ter sido em Imola, não fosse ter sido cancelada – uma versão B do monolugar deste ano e definindo uma nova direção para o futuro. Ainda não se sabe se o carro poderá ainda lutar com a Red Bull por vitórias, apesar dos responsáveis estarem confiantes, mas em Brackley admite-se que o próximo carro será muito diferente.
Toto Wolff explicou à Sky que o carro da próxima temporada – possivelmente o W15 – apresentará mudanças profundas comparativamente a este ano e que acredita que, mesmo com o desenvolvimento em larga escala que ocorreu este ano e visível desde o GP do Mónaco – com novos componentes prometidos para Silverstone – a equipa conseguirá manter-se dentro do limite orçamental. “Mantivemo-nos abaixo dessa linha [definido pelo limite orçamental] durante todo o ano passado e continuamos abaixo dessa linha este ano, o que é considerado uma mudança de desenvolvimento normal para o próximo ano. Isto ainda está praticamente no caminho certo”, disse Wolff ao canal britânico. “O que é bom é que estamos constantemente a aprender sobre este carro. Vai haver algumas mudanças fundamentais no design para o próximo ano, mas não é que estejamos agora a produzir coisas. É mais em simulação. Isso não se mede em dinheiro, teraflops ou horas de túnel de vento”.
Afastado da direção técnica na reestruturação da Mercedes, Mike Elliott explicou, durante o vídeo da Mercedes sobre o GP do Canadá, que as atualizações deverão funcionar melhor no W14 nos circuitos do Red Bull Ring, na Áustria, e de Silverstone, Grã-Bretanha. O técnico espera que até ao final da presente temporada a Mercedes possa passar de lutar por pódios para discutir vitórias.












