O sistema de pontuação que permite aos pilotos qualificarem-se para a superlicença da FIA que lhes permite competir no mundial de Fórmula 1 tem sido tema de debate dentro e fora do paddock. Vários pilotos da Indycar criticaram este sistema e como pontuam para a superlicença, depois de não ter sido aberta uma exceção para a entrada de Colton Herta para a AlphaTauri. Agora foi a vez de Stoffel Vandoorne, o mais recente campeão da Fórmula E e antigo piloto da McLaren na Fórmula 1.
O piloto belga, que conquistou o campeonato no último ano da Mercedes no mundial de monolugares elétricos, considera que “o campeão da Fórmula E deveria definitivamente somar mais pontos. Em última análise, todos os pilotos que competem na Fórmula E já ganharam todos esses campeonatos no passado – Fórmula Renault, Fórmula 3, GP2 ou Fórmula 2. Muitos dos pilotos que aqui competem já ganharam campeonatos no passado e já deram provas. Muitos deles – incluindo eu próprio – já correram na Fórmula 1 e têm lá história”.
A Fórmula E soma 30 pontos para o vencedor, 25 para o vice-campeão e 20 para o terceiro classificado, sendo muito pouco na opinião de Vandoorne. “É já um grupo selecionado de pilotos a competirem neste campeonato, por isso talvez não faça muito sentido que só somem 30 pontos”.
O campeão do mundo de Fórmula E salientou a conquista do nono lugar do seu antigo companheiro de equipa Nyck de Vries na sua estreia aos comandos de um monolugar de Fórmula 1 em corrida no GP de Itália. O facto de de Vries ter somado pontos logo na sua primeira corrida é um exemplo, disse Vandoorne, das capacidades dos pilotos da Fórmula E e de como deveriam ter outro peso na pirâmide da FIA.












