Sergio Marchionne questionou as ideias para os motores da Fórmula 1 a partir de 2020. Do que se sabe a ideia é manter o motor V6 de 1.6 litros, mas adicionando outro turbocompressor e eliminando muitas das partes híbridas, que são complexas e caras.
“Duplo turbo no lugar de um motor elétrico? Já disse à Liberty esta manhã: Acredito que criar uma unidade de potência que nega o desenvolvimento é um erro. Ou fazemos algo consistente e inteligente ou esquecemos isto. Estas soluções simples para remover as partes híbridas do motor ou para trazer de volta o motor de 12 cilindros aspirado são do passado”, comentou o presidente da Ferrari.











Falou muito bem. “Ou fazemos algo consistente e inteligente ou esquecemos isto”.
Quando, em França, já se marca a data para o fim dos carros a gasolina e gasóleo, a F1 não pode andar para trás.
A Ferrari defende aquilo em que está mais à vontade, e as soluções híbridas para motores de alto rendimento não são propriamente o seu forte,ou seja entrou por esse caminho quando outros construtores já tinham avanço campo, isto na produção claro. Note-se que na F1 este team tem poder de veto nos regulamentos se virem algo neles que vai contra os seus interesses ! Caso único ! Tanto quanto sei ainda não aboliram esta situação escandalosa que existe há muitos anos e duvido que a venham a abolir, e se o fizerem será a troco de outras benesses por debaixo… Ler mais »
Acho que a prioridade deve ser aumentar o espectaculoso com máquinas que impressionem. A F1 já perdeu muito com a introdução dos híbridos, espero mesmo que sejam inteligentes. Quando vou ver corridas para alem de gostar imenso de apreciar o barulho dos motores também me oriento pelo barulho para ver se o piloto está a tirar tudo do carro, ou ver as diferenças entre pilotos etc, sem barulho não sei como será, talvez seja bom para quem vai ver corridas para ver acidentes, talvez assim dê melhor para apreciar o barulho da chapa a ser amolgada.