Ron Dennis, que ‘levou’ a McLaren a muitos títulos na Fórmula 1, vendeu todas as ações que ainda tinha da equipa. Agora é que é mesmo o fim duma associação que começou em 1980 (37 anos), numa altura em que a McLaren tentava ter sucesso na categoria rainha do desporto automóvel. O McLaren Group está hoje avaliado em 2.2 biliões de euros. Dennis, que fez 70 anos este mês, levou a McLaren de regresso às vitórias e aos títulos com a sua estratégia e visão, mas, como se sabe, também cometeu muitos erros, que levaram à sua saída em 2014. Manteve-se como grande acionista do Grupo, numa ligação que agora termina definitivamente.










É o fim de uma era, fez um excelente trabalho, mas a reputação que granjeou de “Eu é que mando” criou-lhe anticorpos em alguns setores. Para mim fica como um dos melhores estrategas da F1 moderna, aquela tática de lançar o Rosberg como raposa na Austrália, lançando os dois Williams na perseguição que dá o segundo título ao Prost fica, para mim como uma das mais brilhantes que vi na F1.
Os árabes conseguiram abocanhar a totalidade da McLaren, só espero que não destruam o que este homem construiu, que respeitem e, se possível, melhorem o legado de Bruce McLaren, como fez Ron Dennis.
Querem ver que ainda vai tomar conta da Sauber?
Pelo que li no GPupdate, não me parece.
Não me parece que seja como o Ecclestone e se queira quase eternizar na F1.
Teve um papel preponderante no desenvolvimento do grupo McLaren e principalmente, no domínio que esta exerceu na F1 durante uma vasta temporada.
Não acredito que aceitasse voltar para papéis menores… mas posso estar errado.
De mecânico de Jochen Rindt a patrão responsável por tornar a McLaren uma das maiorias equipas de F1 de todos tempos. Percurso absolutamente brilhante.
Reconhecido pela meticulosa atenção ao detalhe, perfeccionismo e por deixar tudo imaculado à sua volta. Filosofia que levou para a equipa e para as instalações em Woking (sua terra natal). Ele era a McLaren!
Temo que a McLaren não volte a ser a mesma.